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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pastor fala sobre a PL 122 e afirma: “ao contrário de católicos, os evangélicos procuram entender o homossexualismo”

Em entrevista ao portal PB Agora o vereador pastor Edimílson (PRB) comentou a polêmica Proposta de Emenda Constitucional 122, que prevê pena de até cinco anos de reclusão por qualquer ato de censura, preconceito ou agressão contra os homossexuais. Edimílson disse que a igreja evangélica não é contra o homossexualismo, pelo contrário, procura compreender.Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

“Não somos contra a nenhum cidadão que escolha seu estilo de vida, a igreja não é contra, pelo contrário, procura compreender o porquê de a pessoa ter escolhido aquele modo de vida homossexual”, revelou.

Segundo Edimílson o direito de escolha é algo que todos possuem. “A lei diz que todos têm livre arbítrio para tomar decisões, agora lógico, como cidadão ele também possui seus direitos fundamentais”, afirmou.

Pastor Edimílson disse que não pode criminalizar o ato homossexual, mas também não aceita que uma lei o criminalize por traçar opiniões ou críticas à prática.

“Sou contra o estilo de vida gay, mas defendo os homossexuais por seus direitos como cidadãos, afinal, nenhum estilo de vida é perfeito ou igual a outro na sua prática. Na essência talvez seja, inclusive nas igrejas”, disse Edimílson.

“De vez enquanto assistimos escândalos envolvendo nomes de padres e pastores, quer dizer, na essência é perfeita, mas na prática não é”, disparou.

Questionado sobre as declarações de Dom Aldo Pagotto, pastor Edimíson disse apenas que o arcebispo mostrou sua posição.

“Nós não discriminamos o homossexual, somos sim contra a lei que nos amordaça de forma que não possamos mostrar às pessoas que somos contra aquele estilo de vida”, concluiu.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Senadores evangélicos denunciam manobra para aprovar a PL 122/06, conhecida como Mordaça Gay

Os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Valter Pereira (PMDB-MS) denunciaram em Plenário nesta quarta-feira (11) suposta manobra na aprovação, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na última terça-feira, do projeto que pune discriminação contra homossexuais, idosos e deficientes.Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

A proposta (PLC 122/06), de autoria da então deputada Iara Bernardi, foi aprovada na forma de substitutivo oferecido pela relatora, senadora Fátima Cleide (PT-RO). A matéria agora será examinada pelas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), antes de seguir para votação em Plenário. Como foi alterado no Senado, o projeto voltará à Câmara dos Deputados.

Crivella criticou a votação do requerimento para suspender a audiência pública sobre o assunto, considerado polêmico, e a inclusão do projeto como item extra-pauta. Para o senador, na forma como foi aprovado, o projeto é inconstitucional, já que, a seu ver, nega aos cristãos o direito de livre expressão.

- Isso fere todo sacerdote, todo padre, todo pastor; fere todo pai, todo cidadão que queira ensinar ao filho que o homossexualismo é pecado. Não pode mais porque passa a ser crime – disse.

Magno Malta lembrou que a votação às pressas do projeto em Plenário já havia sido tentada em dezembro do ano passado. Em sua avaliação, a proposição cria uma “casta especial”.

- A discussão não é religiosa. Trata-se de um projeto de lei inconstitucional. Precisamos debater a questão com a sociedade, e essa Casa precisa votar com a sociedade – disse.

Valter Pereira, por sua vez, observou que o projeto pode fomentar, inclusive, conflitos entre pais e filhos, caso filhos homossexuais decidam questionar a educação que receberam dos pais de acordo com padrões heterossexuais.

- Se essa matéria for aprovada por essa Casa e se o presidente não vetar, ela vai nos colocar no anedotário internacional – disse.

De acordo com informações atualizadas fornecidas pelo ativista Júlio Severo, a PLC 122/06 pode ser votada a qualquer momento, mas já está em pauta para a quarta-feira (18 de Novembro) às 10 horas da manhã.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

PL 122: Gays mentem, tentam ofender e acusam evangélicos de tentarem burlar a enquete do Senado, A familia opina

Texto na integra retirado do site gay “Mix Brasil”, uma das principais páginas voltadas para homossexuais no Brasil:

Evangélicos ensinam suditos a brular enquete do Senado sobre projeto que criminaliza homofobia
Por Redação

Um e-mail enviado por um grupo chamado de Internautas Cristãos ensina como seus fies devem fazer para brular a proteção e votar mais de uma vez na enquete do Senado que pergunta “Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?”. É claro que o e-mail pede para que todos votem na opção “Não”. Mas o e-mail vem com alguns erros.

Começa assim: “Diga NÃO ao PLC 122/2006 novamente! O Senado ZEROU a enquete (que já tinha mais de meio milhão de votos) alegando que antes era possível aos usuários votar mais de uma vez. Mas isso é uma grande MENTIRA, pois CONTINUA SENDO POSSÍVEL VOTAR VÁRIAS VEZES, bastando para isso deletar os cookies do navegador após votar.”

Vale lembrar que a enquete saiu do ar por conta de um hacker que colocou um robô para votar insesantamente na opção NÃO, como o MixBrasil apurou.

O e-mail continua: “A verdade é que a liderança do NÃO incomodou os militantes pró-homossexualismo. E, aliás, se alguém burlou a enquete foram justamente eles, que surpreendentemente estavam conseguindo, em vários momentos, alcançar os votos dos cristãos. Algo muito improvável considerando a gigantesca mobilização cristã contra esse projeto maldito. Faça uma busca na internet e verá a grande quantidade de sites e blogs convocando os cidadãos a votarem NÃO”.

O e-mail termina de uma forma gentil, própria dos cristãos: “Portanto, vamos CONTINUAR dizendo NÃO a esta aberração!”

A gente acha que você não deve votar e apagar seus cookies para votar novamente. Achamos que você deve votar com sua cosciência sobre esse projeto. Se ele for aprovado um dia, a homofobia será criminalizada e dificilmente alguém poderá te agredir ou xingar pelo fato de você ser gay, só isso. Em um momento da história recente, negors poderiam ser ofendidos sem que fossem punidos pela lei. Naquela época, quando o movimento negro passou a exigir seus direitos, eram exatamente as hostes fundamentalistas cristãs que iam contra a aprovação da lei anti-racismo. Eles não mudam. Mas a história já provou que esse tipo de reação conservadora costuma lutar, lutar em nome de fundamentos absolutamente ultrapassados e morrer na praia.

A matéria – totalmente parcial e dúbia – em nenhum momento visa informar, apenas denegrir a imagem dos evangélicos com informações que, se não falsas, são sensacionalistas.

Em nenhum momento o email citado pelo site incita os evangélicos a burlarem a enquete como é noticiado e, pelo contrário, alerta que o sistema é falho. Entre essas, outras mentiras são facilmente encontradas na matéria repleta de erros de português.

A familia gospel como qualquer cidadão de bem entende que realmente não é certo uma pessoa ser xingada, agredida ou discriminada por causa de uma opção ou opinião que tenha. Condenamos toda a forma de violência, por tanto condenamos a homofobia (agressão a uma pessoa homossexual) assim como condenamos a teofobia (agressão a uma pessoa que confesse uma religião, que é o nosso caso) e pedimos para que os Cristãos em geral mostrem o amor que Cristo mostraria e não xinguem, agredindo ou discriminando um homossexual – mesmo porque se nos mostrarmos violentos ou não receptiveis, um homossexual não aceitará e nem buscará a Cristo um dia. Cabe a nós sermos o corpo de Cristo e não cruz dos homossexuais, afinal quem irá julga-los e puni-los não serão os evangélicos.

Por outro lado, a familia gospel jamais apoiará o homossexualismo, visto que a luz da Bíblia é pecado e muito menos apoiaremos que grupos hajam com discriminação e calunias contra nós, evangélicos. Fazer aquilo que dizem que fazemos não mostra que há um lado certo, mas sim que há mentiras. Entendemos que isso não é certo, vindo do lado que for.

A PLC 122/06 pode sim ser aprovada se for pelo menos parcialmente mudada, pois o texto que nela contém fere até mesmo a Constituição Federal que é acima de qualquer Lei, fere a liberdade religiosa. Não queremos que um homossexual seja agredido, nós queremos que nossa crença não seja agredida. Os gays e senadores poderiam parar um pouco e pensar sobre isso: fazer um Brasil melhor para todas as pessoas e não ou para os evangélicos ou para os gays. Dá para fazer algo “justo” para os dois lados, basta os dois lados quererem. Em outras palavras, essa guerra Evangélicos X Homossexuais não leva a nada, nem a felicidade e nem a salvação.

A familia gospel tem a função de informar sempre e de forma imparcial. Essa provavelmente a é primeira e última vez que um integrante da equipe se pronuncia aqui sobre algum fato. Continuaremos com nosso trabalho de informar imparcialmente, esperamos que o texto não ofenda ninguém, mas sim apenas gere discussão e pensamento. Não é nosso trabalho opinar, nosso ministério é outro e pedimos desculpas a quem não gostaria, não concorda ou não precisaria ler este texto.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

“Pastores homossexuais”, fundadores da “Igreja Gay”, irão se casar no Rio de Janeiro

O conteúdo aqui exibido não representa a opinião da FamiliaGospel e demais sites afiliados, o mesmo foi republicado aqui unicamente para fins de informação.Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

No próximo dia 20 de novembro, dois pastores evangélicos irão assinar um contrato de união estávél. O casal que está junto desde 2006 tem o objetivo de adotar uma criança. A cerimônia acontece no Rio de Janeiro.

O sonho de casar e ter filhos está próximo de se tornar realidade para dois pastores evangélicos. Juntos há três anos, Fábio Inácio de Souza, 30, e Marcos Gladstone, 33, assinam contrato de união estável no próximo dia 20, no Rio. A data, Dia de Zumbi dos Palmares, foi escolhida porque, segundo eles, representa a luta contra o preconceito.

Dois dias após começarem o namoro, em 2006, eles fundaram a Igreja Cristã Contemporânea, hoje com três sedes e mais de 500 seguidores. A denominação tem como objetivo acolher o público gay que, segundo eles, não se sentia bem em outras igrejas.

Antes de conhecer Gladstone, Souza foi pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e, por quatro anos, noivo de uma mulher. “Íamos nos casar, mas chegou um momento em que não pude mais me enganar. Eu nasci gay. Quando resolvi assumir minha homossexualidade, tive que me afastar da igreja porque aquilo era visto como um pecado.”

Os dois, que passarão a lua de mel na Costa do Sauípe, na Bahia, planejam adotar uma criança. “Queremos todos os direitos que os casais heterossexuais têm. Estamos construindo um patrimônio juntos”, afirma Souza.

Os dois esperam abrir caminho para novas uniões entre pastores evangélicos.

domingo, 18 de outubro de 2009

Menino muda de sexo aos 8 anos

Josie Romero é uma menina de oito anos. Josie já foi Joey, um menino. A história sobre a mudança de sexo e de como isso foi enfrentado pela família da criança, nos Estados Unidos, é tema de um documentário que será transmitido na semana que vem no canal Channel 4, na Inglaterra. Os relatos também estão nos sites dos jornais britânicos (Telegraph, Daily Mail, The Sun) nesta quinta-feira (15) e foram contados no documentário “Sex, lies, and gender”, no canal National Geographic, em setembro.

A mãe de Josie, Venessia, diz que, desde que a filha começou a falar, sempre afirmava: “Eu sou uma menina”. Os pais a corrigiam: “Não, você é um menino”. Josie, à época Joey, insistia em tentar transformar seus brinquedos de garotos em brinquedos de menina. A mãe afirma que a brincadeira preferida da filha era enrolar seus cachecóis na cintura e fingir que eram saias.

A família viveu até o ano passado no Japão. O pai de Josie, Joseph Romero, é engenheiro das Forças Armadas americanas. Quando Josie tinha quatro anos, os Romeros adotaram uma menina chinesa de dois. Os pais temeram que a filha mais velha ficasse com ciúmes, mas dizem que ela gostou muito da chegada de Jade. As duas brincavam como duas garotas. Venessa afirma que, no início, achava que tinha um filho homossexual. Porém, depois se deu conta que era uma criança transexual. Ela conta que começou a comprar roupas de menino e de menina e deixar o guarda-roupa dividido com as duas opções. Josie sempre optava pelas vestimentas femininas.

Na base militar em que a família morava e as crianças iam à escola, Joseph diz que o preconceito era grande. Ele mesmo afirma que foi difícil aceitar que seu filho era uma menina. Segundo Joseph, o primeiro sentimento que teve foi de que havia perdido seu filho. Depois, percebeu havia ganhado uma filha.

Os Romeros voltaram para os Estados Unidos no ano passado. Josie recebe atendimento médico e psicológico. Ela tomará medicamentos para evitar a puberdade masculina. Quando completar 12 anos, deve ingerir hormônios femininos. A mãe diz que Josie já sabe que terá de passar por uma cirurgia de mudança de sexo quando for adulta. No Arizona, onde vivem, Josie participa de grupos de apoio para famílias de transexuais, incluindo crianças. Ela conta sua história. Venessa diz que a filha é muito feliz por poder compartilhar a sua experiência, para ajudar outros pais e filhos que passam pela mesma situação.

No ano passado, todos os documentos de Josie foram alterados. Ela é considerada, legalmente, uma pessoa do sexo feminino.