Ads 468x60px

Mostrando postagens com marcador revela pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador revela pesquisa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Número de evangélicos no Brasil cresce cada vez mais e de católicos diminui rapidamente, revela pesquisa

Os evangélicos não param de crescer. È o que mostra uma pesquisa inédita do economista Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas, com base em dados do IBGE. As informações foram divulgadas neste final de semana pela revista Veja.Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

Entre 2003 e 2009, houve uma queda de 7,3% entre os que se declaram católicos. Nesse mesmo período, os evangélicos passaram de 17,9% para 20,2% do total de brasileiros. Hoje, portanto, os católicos somam 68,4% da população — o menor porcentual da história (no início dos anos 80, 90% da população era católica).

A pesquisa mostra outra novidade: proporcionalmente, entre os brasileiros católicos há mais homens do que mulheres. É a primeira vez que isso acontece.

Para coibir o crescimento a Igreja Católica divulgará uma nova visita do Papa para janeiro de 2013. O líder papal encontrará o seguinte quadro: o número de católicos no Brasil, que diminuiu aceleradamente nos anos 80 e 90 e se estabilizou no início da década passada, voltou a cair.

A percepção que o número de evangélicos dobrará na próxima década chegando a 109 milhões, segundo estimativas da Sepal. Os evangélicos representarão 50% da população brasileira.

terça-feira, 5 de julho de 2011

A maior ameaça ao cristianismo é a cultura pop e não o islãmismo, revela pesquisa


De acordo com o estudo realizado pelo Fórum Pew Research Center para 2.200 líderes evangélicos de 166 países, o Cristianismo não é ameaçado pelo aumento do Islã, mas sim pelo secularismo e o consumismo através da cultura pop, além dos líderes dos países do Hemisfério Norte mostram um panorama mais “negro” em comparação com o sul.Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

A pesquisa mostra nuances diferentes na maneira de perceber o crescimento e desenvolvimento do Evangelho entre as 160 nações pesquisadas. Uma grande porcentagem acha que o impacto do Cristianismo está indo para baixo, enquanto outros pensam que o Evangelismo aumenta com resultados que tendem a um aumento de ouvintes da mensagem bíblica.

Os 71% relatam que o secularismo impõe uma grande ameaça ao Cristianismo, seguido por 67% que pensam que o consumismo representa uma queda. 59% acham que sexo e violência na cultura pop mostram ameaças contra a religião.

Dos evangélicos entrevistados 47% identificaram o Islã como “inimigo” potencial da religião messiânica.

Em referência ao conceito de crescimento e desenvolvimento da fé no Hemisfério Norte e do Sul, representando várias contradições, e que 7 em cada 10 (71%) líderes entrevistados dos países do hemisfério sul acham que a situação dos evangélicos vai melhorar dentro dos próximos 5 anos. Enquanto os inquiridos no Hemisfério Norte, há uma variação, e 21% acreditam que a situação será a mesma ou pior em outros casos (33%).

No Hemisfério Sul, os líderes pensam mais “positivo” sobre o impacto que eles representam na sociedade, 58% consideram que a sua visibilidade está aumentando.

Por outro lado, 66% dos líderes no Hemisfério Norte acham que eles estão perdendo influência dentro da empresa.

Entre os países que mostraram mais pessimismo são os EUA que 82% acham que estão perdendo o poder de impacto na sociedade americana.

Entre outros temas discutidos no Terceiro Congresso Lausanne sobre Evangelização Mundial na Cidade do Cabo, foram várias perguntas sobre a fé e apresentar temas sensíveis como o aborto.

Com relação ao aborto, 96% dos entrevistados eram contra, por outro lado, 84% acham que a homossexualidade deve ser condenada.

Visão sobre as questões da Bíblia, metade dos líderes evangélicos acreditam que a Bíblia deve ser lida literalmente, isto é, deve passar por um processo “palavra por palavra”, mas 49% acham que uma pessoa moral não necessariamente deve acreditar em Deus.

Sobre as questões do alcoolismo, 52% acham que o consumo de álcool na comunidade cristã não é aceitável, contra 42% que pensam que podem ser Cristãos e tomar álcool.

A maior ameaça ao cristianismo é a cultura pop e não o islãmismo, revela pesquisa


De acordo com o estudo realizado pelo Fórum Pew Research Center para 2.200 líderes evangélicos de 166 países, o Cristianismo não é ameaçado pelo aumento do Islã, mas sim pelo secularismo e o consumismo através da cultura pop, além dos líderes dos países do Hemisfério Norte mostram um panorama mais “negro” em comparação com o sul.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

A pesquisa mostra nuances diferentes na maneira de perceber o crescimento e desenvolvimento do Evangelho entre as 160 nações pesquisadas. Uma grande porcentagem acha que o impacto do Cristianismo está indo para baixo, enquanto outros pensam que o Evangelismo aumenta com resultados que tendem a um aumento de ouvintes da mensagem bíblica.

Os 71% relatam que o secularismo impõe uma grande ameaça ao Cristianismo, seguido por 67% que pensam que o consumismo representa uma queda. 59% acham que sexo e violência na cultura pop mostram ameaças contra a religião.

Dos evangélicos entrevistados 47% identificaram o Islã como “inimigo” potencial da religião messiânica.

Em referência ao conceito de crescimento e desenvolvimento da fé no Hemisfério Norte e do Sul, representando várias contradições, e que 7 em cada 10 (71%) líderes entrevistados dos países do hemisfério sul acham que a situação dos evangélicos vai melhorar dentro dos próximos 5 anos. Enquanto os inquiridos no Hemisfério Norte, há uma variação, e 21% acreditam que a situação será a mesma ou pior em outros casos (33%).

No Hemisfério Sul, os líderes pensam mais “positivo” sobre o impacto que eles representam na sociedade, 58% consideram que a sua visibilidade está aumentando.

Por outro lado, 66% dos líderes no Hemisfério Norte acham que eles estão perdendo influência dentro da empresa.

Entre os países que mostraram mais pessimismo são os EUA que 82% acham que estão perdendo o poder de impacto na sociedade americana.

Entre outros temas discutidos no Terceiro Congresso Lausanne sobre Evangelização Mundial na Cidade do Cabo, foram várias perguntas sobre a fé e apresentar temas sensíveis como o aborto.

Com relação ao aborto, 96% dos entrevistados eram contra, por outro lado, 84% acham que a homossexualidade deve ser condenada.

Visão sobre as questões da Bíblia, metade dos líderes evangélicos acreditam que a Bíblia deve ser lida literalmente, isto é, deve passar por um processo “palavra por palavra”, mas 49% acham que uma pessoa moral não necessariamente deve acreditar em Deus.

Sobre as questões do alcoolismo, 52% acham que o consumo de álcool na comunidade cristã não é aceitável, contra 42% que pensam que podem ser Cristãos e tomar álcool.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Crer em um Deus punitivo faz as pessoas serem mais honestas, revela pesquisa


Um novo estudo, mostrando a relação intrínseca entre religião e moralidade, foi divulgado em abril mostrando que a maneira como vemos a Deus influencia nossa honestidade.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

O estudo, intitulado Mean Gods Make Good People: Different Views of God Predict Cheating Behavior [Deuses maus geram pessoas boas: diferentes visões sobre Deus ajudam a prever comportamento e trapaças] foi publicado mês passado na Revista Internacional de Psicologia da Religião. O levantamento foi cooordenado pelo psicólogo americano Azim Shariff, da Universidade do Oregon, e a canadense Ara Norenzayan, da Universidade da Columbia Britânica, que já publicaram pesquisas semelhantes no passado.

“A questão mais importante do que acreditar ou não em Deus, é o tipo de deus que uma pessoa crê”, explica Azim Shariff.

Acreditar em Deus não impede as pessoas de trapacearem, a menos que ele seja visto como alguém capaz de punir. A pesquisa foi conduzida entre estudante universitários submetidos a um teste simples de matemática em um computador. Todos foram avisados que uma falha no sistema poderia mostrar as respostas na tela a menos que eles apertassem a barra de espaço antes. O computador calculava quanto tempo depois de ver a resposta na tela os alunos digitavam a ou a mudavam após saber o resultado esperado. Esses alunos foram entrevistados individualmente sobre suas crenças religiosas e, aqueles que criam, tiveram de explicar qual o seu conceito de Deus.

Os resultados demonstram que há uma relação entre a crença religiosa e a honestidade, mas não se trata de simplesmente afirmar que “os mais religiosos trapaceiam menos”.

“Na comparação entre crentes e descrentes, não encontramos nenhuma diferença significativa… Mas entre os que acreditam, a visão de um Deus irado e punitivo parece levá-los a um índice menor de trapaça. Por outro lado, os que crêem em um Deus que perdoa e conforta, tendem a trapacear mais. Esses efeitos permaneceram após termos feito o controle estatístico, retirando outras variáveis como raça e classe social”, explica Shariff.

Essa relação entre a visão de um Deus punitivo e o grau de honestidade não surpreendeu os pesquisadores, pois o resultado parece acompanhar a teoria conhecida como “a hipótese da punição supernatural”. A surpresa está no outro lado da questão.

“O aumento no nível de trapaça associado a ideia de um Deus amoroso surpreende, pois não tínhamos como prever que isto aconteceria. No entanto a pesquisa corroborou a descoberta de que um acreditar em um Deus que perdoa e é amoroso parece levar a um aumento nos níveis de trapaça”, afirmou Shariff.

O trabalho deve agora se expandir para outros tipos de comportamento moral. “Uma questão importante a ser investigada é se a diferença entre Deus punitivo e bondoso se estende para outros tipos de comportamento moral como caridade e generosidade ou se é específico para o caso da trapaça. É bem possível que um Deus punitivo seja efetivo apenas para impedir as pessoas de fazer coisas ruins [...]. Nos outros casos (generosidade e caridade) é possível que um Deus bondoso tenha um efeito positivo pois pode servir de exemplo de benevolência e estimular as pessoas a copiá-lo”, afirmou Shariff. E completou: “O fato é que, neste momento, não temos esta resposta, mas esperamos descobri-la”

Shariff acredita ainda que tem havido um onda recente de pesquisas acadêmicas sobre o comportamento relacionado a religião, especialmente desde os ataques de 11 de setembro, e à luz do conflito “evolução versus criacionismo”.

“É importante estudar a ciência nesses debates. Ele fornece uma ferramenta poderosa para estudar a religião, que é uma força poderosa no mundo”, disse Shariff. ”O melhor da psicologia é visto quando se estuda as coisas pelas quais as pessoas são apaixonadas”.

Por exemplo, o Fórum Pew sobre Religião e Política Pública foi lançado em 2001 para atender a necessidade de mais pesquisas sobre os efeitos da religião na sociedade. Só a conceituada Universidade Baylor, do Texas, hoje tem seis professores especializados em sociologia da religião e um programa de doutorado nesta área.

Um livro lançado no final do ano passado pelos sociólogos Paul Froese e Christopher Bader, America’s Four Gods — What We Say About God and What That Says About Us [Os quatro deuses da América - O que podemos dizer sobre Deus e que isso diz sobre nós], analisa como os diversos conceitos de Deus afetam a nossa visão de mundo. O livro foi baseado em diferentes pesquisas com mais de 4.000 pessoas.

Os autores constataram que 95% das pessoas entrevistadas acreditam em Deus, mas têm visões muito diferentes sobre como ele seria. Cerca de 30% acreditam em um Deus “autoritário” (que se envolve com o mundo e julga). Perto de 24% acreditam em um Deus “benevolente” (que se envolve com o mundo mas não o julga). Quase o mesmo percentual acredita em um Deus “distante” (que não julga nem se envolve com o mundo). Cerca de 16% acreditam em um Deus “crítico” (que julga, mas não se envolve) na vida diária das pessoas. Apenas 5% responderam que não acreditam em Deus.

Para Frose, a moralidade já é um termo difícil de ser definido, por isso os sociólogos preferem usar “normas de comportamento.” A trapaça pode não pode ser vista como algo ruim em certos grupos, e mesmo o conceito de Deus evoca uma imagem diferente, para grupos distintos de pessoas.

O sociólogo da Universidade Baylor explica que, entre 1950 e 1990, os pesquisadores acreditavam religião estava morrendo e perderam o interesse pelo tema. Mas ultimamente isso mudou. Ele compartilha da posição de Shariff: há espaço para mais investigações acadêmicas imparciais sobre a ligação entre religião e comportamento.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Com 84% de crentes, Brasil é o terceiro país com mais pessoas que acreditam em Deus, revela pesquisa


O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em ‘Deus ou em um ser supremo’ em uma pesquisa conduzida em 23 países.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados ‘definitivamente acreditam em uma ‘entidade divina’ comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não têm certeza’.

O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados.

Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% ‘simplesmente não sabem’.

Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas ‘não especificamente em um paraíso ou inferno’, 19% acreditam ‘que a pessoa vai para o paraíso ou inferno’, outros 7% acreditam que ‘basicamente na reencarnação’ e 2% acreditam ‘no paraíso, mas não no inferno’.

Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.

Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam ‘basicamente na reencarnação’, com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%.

Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52% e Estados Unidos, 41%.

Criação X evolução

As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos.

Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos.

Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.

Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos.

Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.

Descrentes e indecisos

Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em ‘Deus, deuses, ser ou seres supremos’.

No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37% e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.

A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo ‘às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos’.

Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32% e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dízimo não é obrigatório segundo maioria de líderes evangélicos, revela pesquisa

A maioria dos líderes evangélicos acredita que a Bíblia não exige que os Cristãos dizimem, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Associação Nacional de Evangélicos, na quarta-feira.Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

Cinquenta e oito por cento dos entrevistados (membros do conselho de diretores da NAE) disse que não acha que dar 10 por cento da renda para a Igreja é mandatório pela Bíblia, enquanto 42 por cento acham que sim.

Provavelmente o texto da pesquisa explica porque a maioria dos entrevistados disse que ofertar o dízimo, uma tradição forte entre as Igrejas evangélicas, não é um dever dos fiéis.

Dr. John Walton, professor do Antigo Testamento na Wheaton College, em Wheaton, Illinois, disse que não ficou surpreso com a pesquisa depois que viu a formulação da pergunta. Ele disse que a palavra “obrigatório” é o termo operativo.

“As pessoas que poderiam concordar com o dízimo ainda teriam dito: “Pois não, mas eu não tenho certeza se eu chamaria de obrigatório,” explicou Walton ao The Christian Post. “De volta ao velho [argumento], estamos debaixo da lei o ou da graça.”

Muitos dos líderes da NAE observaram em sua resposta que, embora o dízimo seja um modelo legal do Antigo Testamento, os Cristãos do Novo Testamento devem dar de sua generosidade. A maioria esmagadora, 95 por cento dos entrevistados disseram que dão pelo menos, 10 por cento.

“Qualquer coisa menos que isso parece ser uma resposta pouco generosa para com Deus,” escreveu David Neff, editor-chefe da Christianity Today, em sua resposta.

Dr. Kurt Fredrickson, diretor do Programa Doctor of Ministry no Seminário Fuller, em Pasadena, Califórnia, disse que a linguagem que está cada vez mais vendo entre pastores é a mordomia toda a vida.

“é sobre como damos todo o nosso ser a Deus, o que inclui dinheiro, é claro, mas também o nosso tempo e os dons,” disse Frederickson, que foi pastor durante 24 anos. “Eu gosto do comentário de David Neff… há certamente o senso de que a maneira como gastamos o nosso dinheiro diz muito sobre quem somos.”

O professor da Fuller apontou para John Wesley, fundador do movimento metodista, que deu muito de sua renda, e ganhou mais e manteve seu padrão de vida da mesma. Ele acabou dando cerca de 90 por cento de seu dinheiro e vivendo com 10 por cento.

Em vez de pensar em uma obrigação estrita, o professor de Antigo Testamento Walton também convidou os Cristãos a pensar sobre o dízimo em termos diferentes.

“Uma visão global de mordomia deve incluir um sentimento de gratidão para com Deus como a fonte de nossos bens. Se estamos tentando expressar nossa gratidão a Deus, não acho que as nossas palavras são suficientes,” disse Walton.

Ainda assim, a porcentagem padrão de 10 no Antigo Testamento pode servir como um “referência” acrescentou.

“Minha gratidão a Deus é ilimitada, portanto isso significa que eu preciso dar tudo?” ele colocou. “O que seria uma expressão adequada de gratidão? E isso é de onde a informação vem dentro do Antigo Testamento. Que Deus considerou ser uma expressão adequada para ser o dízimo.”

Ele acrescentou: “Mais ou menos como a referência para gorjetas em um restaurante, define quais são as expectativas.”

Ao contrário de quase todos os líderes da NAE que disseram que dizimaram pelo menos 10 por cento, Empty Tomb, Inc., relatou que os evangélicos ofertam às Igrejas apenas cerca de quatro por cento dos seus rendimentos. Entre todos os Cristãos, o percentual é ainda menor – apenas 2,43 por cento.

Douglas LeBlanc, autor do Dízimo: Provai-me Nisto, Comentou: “O que me enlouquece é que se houvesse um mandamento mais explícito para dar o dízimo, acho que ainda haveria gente que diria: ‘Não somos escravos da lei depois de tudo.”

“Os Cristãos americanos em particular, eu acho, nunca vão deixar de encontrar uma saída do dízimo, se eles não estão interessados.”

O Presidente da NAE, Leith Anderson comentou no final da pesquisa que espera ver mais “generosidade, proporcionada, alegre e sacrificial entre os evangélicos americanos” nos próximos anos cada vez mais as Igrejas oferecem cursos financeiros e ensinam sobre mordomia.

A NAE realiza Pesquisas de Líderes Evangélicos mensalmente entre sua diretoria, que incluem os presidentes das denominações, missões de organizações, universidades, editoras e Igrejas.