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terça-feira, 26 de julho de 2011

1º Liberta Campina, dia 30/07/2011

DIA 30/07/2011 LIBERTA CAMPINA, NO CAIC A ENTRADA É UM 1Kg DE ALIMENTO
LANÇAMENTO DA ONG - FORÇA JOVEM COM CRISTO!
CONFIMADO! COM AS AS BANDAS:
* Banda Manah
* Ministerio Rocha Eterna
* Arca da Alliança
* Banda Renascer
* Ministério Nova Geração
* Ministério de Louvor JOPAC E MUITO MAIS!

FAÇA SUA DOAÇÃO DE QUALQUER VALOR!
Banco do Brasi: l Agencia:3331-6 Conta poupança: 55.654-8 FRANCINALDO NUNES DA SILVA


JÁ ESTAMOS COM A TENDA MONTADA NA PRAÇA DA BANDEIRA.
A ENTRADA SERÁ 1KgDE ALIMENTO.


AGRADEÇO A TODOS QUE DIVULGAR ESSE EVENTO NO SEU ORKUT, MSN, FACEBOOK E

TWITTER.

UMA REALIZAÇÃO: FAMILIA GOSPEL & FORÇA JOVEM COM CRISTO

QUE DEUS ABENÇÕE A TODOS! EVANGELIZAR É PRECISO.

Pastor faz oração em rede nacional e agradece a Deus por ter uma esposa “gostosa” e por carros de corrida


No último sábado, antes de uma das corridas da Nascar (categoria que inspirou a brasileira Stock Car), o pastor Joe Nelms, de uma pequena igreja batista em Lebanon, Tennessee, fez uma oração que rapidamente viralizou na internet.

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Em poucas palavras, ele gerou risos ao pedir a bênção divina sobre os corredores, lembrando que em tudo se deve dar graças, mas também agradeceu pelas “máquinas poderosas, pelos Dodges, pelos Toyotas e pelos Fords, pela gasolina que será queimada, pelos patrocinadores, pela tecnologia desenvolvida pela GM, pelos motores RO7, pelos pneus da Goodyear e, principalmente, pelo Senhor ter me dado uma esposa tão gostosa e meus dois filhos Eli e Emma.” O Pastor ainda encerrou com um “Que os corredores possam fazer uma apresentação digna dessa pista em nome de Jesus, boogity, boogity, boogity, amém…” Os pilotos e o público caíram na risada e obviamente não tem faltado críticas ao pastor desde então.

O vencedor da corrida, Carl Edwards, não se preocupa pelo fato de o pastor ter atraído mais atenção que ele. E ainda declarou no final da entrevista após corrida: “Se algo ruim acontecer comigo, quero que ele faça meu funeral”.

O vídeo com a oração teve mais de 160 mil acessos em dois dias e foi reproduzido em dezenas de sites e emissoras de TV, como exemplo de oração com bom humor. Parte do sucesso da oração é que ela repete em parte as palavras que são ditas na comédia Ricky Bobby – A Toda Velocidade (de 2006).

Os comentários na internet são divergentes. Uns acham que Nelms deu um exemplo de que se pode falar sobre Jesus com bom humor e outros afirmam que ele aproveitou a ocasião para mostrar em rede nacional o quanto é ridículo.

A mulher do pastor gostou.

Oração em inglês



Hunky Jesus: Evento homossexual zomba do Cristianismo elegendo o “melhor e mais atraente” Jesus Cristo gay


Todos os anos é realizado na cidade de Mission Dolares Park, em San Francisco – Califórnia, o concurso “Hunky Jesus”. Evento este que tem como objetivo eleger o melhor Jesus Cristo gay, e é realizado durante o período de celebração da ressurreição de Cristo – a Páscoa – ridicularizando e zombando do cristianismo.

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O vencedor do concurso, realizado ao ar livre, é o “Jesus Cristo” gay mais atraente para o público, formado praticamente apenas de homossexuais.

Vídeo: Hunky Jesus 2011 (em inglês)





Para o cristão Maxwell Palheta do blog “Que Verdade é Essa?” existe uma grande injustiça contra o povo cristão e uma vasta gama de privilêgios dados a homossexuais não só no Brasil, mas em vários pontos do mundo. “Hoje em dia parece que é perfeitamente aceitável zombar de cristãos, como aconteceu recentemente na 15ª parada gay de São Paulo, porém, se alguém disser qualquer coisa contra os gays, é um crime de ódio da pior espécie, fanatismo e opressão contra os coitadinhos”, questiona e completa: “Se por exemplo, o contrário tivesse acontecido, se os cristãos tivessem zombado dos homossexuais, isso teria virado notícia no mundo todo, você estaria vendo em todos os jornais, mas como são os gays que estão fazendo, o silêncio é que predomina”, afirma.

Os vídeos da “Hunky Jesus” mesmo contendo cenas de nudez e ofensas de formas terríveis e explicitas ao Cristianismo, não foram retirado do Youtube, enquanto vídeos que falam a respeito do homossexualismo muitas vezes são bloqueados e marcados como impróprios, permitindo a visualização apenas daqueles que tem cadastro no canal.

Atirador que matou dezenas na Noruega afirma ser de uma Nova Ordem de Cavaleiros de Cristo


Andres Behring Breivik (foto) planejou os ataques terroristas na Noruega durante 18 meses. Em um manifesto de 1.500 páginas em forma de perguntas e respostas que publicou na internet antes da matança, ele disse pertencer a uma nova Ordem dos Templários.

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Trata-se supostamente de uma organização que prega o fundamentalismo católico em pelo menos nove países da Europa. A ordem foi fundada em 2002 em Londres, de acordo com o norueguês.

À policia, Breivik disse inicialmente ter agido sozinho. No manifesto, intitulado Declaração Europeia de Independência –2083, ele escreveu ter contado com colaboradores. Na primeira página há um símbolo dos antigos templários. Segundo ele, a organização foi batizada com o nome de “Novos Pobres Cavaleiros de Cristo”.

Os objetivos dos novos templários seriam deter a invasão dos muçulmanos na Europa. “Daqui a 50 ou 70 anos, nós, os europeus, seremos uma minoria. Quando percebi isto decidi juntar-me ao movimento de resistência”, escreveu.

Ele descreveu a organização como um “movimento patriótico nacional dos países da Europa. “A ordem é uma manifestação inicial de luta, fase um da guerra civil na Europa Ocidental.”

Geir Lippestad, advogado do atirador, disse que a expectativa dele era, com os atentados, deflagrar “uma revolução contra o Islã” na Noruega. Ele acreditava, portanto, que os atentados fossem atribuídos a grupos islâmicos, como de fato chegou a ocorrer de início.

Breivik se descrevia como um cruzado íntegro, imbuído da missão de salvar o “Cristianismo” europeu de uma invasão islâmica.

Dono de carro Porsche que a 150 km/h atropelou e matou uma mulher diz que acidente estava nos planos de Deus


O empresário Marcelo Malvio Alves de Lima, 36 anos, acusado de dirigir um Porsche a 150 km/h e matar a advogada Carolina Menezes Santos há duas semanas na zona sul de São Paulo, afirma que o acidente foi “uma fatalidade” e que não é bandido. Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, Lima disse que avalia se o acidente foi uma simples coincidência ou se as “coisas realmente têm que acontecer”. “A mensagem que eu gostaria de passar é que tudo tem um porquê. A gente tem que aceitar. Aconteceu um acidente, ela faleceu, com certeza isso estava nos planos de Deus”, disse à colunista.

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Lima disse à Folha de S.Paulo que o acidente apenas foi notícia por causa da marca do carro, e lamentou seu nome ter virado “dono do Porshe”. “Eu trabalhei, eu ganhei dinheiro, eu compro o que eu quiser. Infelizmente aconteceu essa desgraça”, disse na entrevista, acompanhado da mãe e da irmã. A mãe do empresário, Mavilia, afirmou à jornalista que mandou rezar uma missa de sétimo dia pela vítima e espera que a família da advogada perdoe o seu filho.

O acidente

O acidente ocorreu na madrugada do dia 9 de julho, por volta das 3h. O Porsche, conduzido por Lima, colidiu violentamente com um Tucson no Itaim-Bibi, zona sul de São Paulo. A advogada baiana Carolina Menezes Santos, 28 anos, trafegava pela rua Bandeira Paulista e, no cruzamento com a Tabapuã, avançou no sinal vermelho. Nesse momento, seu carro foi atingido pelo Porsche, arremessado a mais de 20 m e prensado em um poste. Carolina morreu na hora.

No depoimento à polícia, Lima disse ter acelerado quando estava no semáforo a dois quarteirões dali, porque teve medo de ser assaltado ao ver duas “pessoas estranhas”. Ele contou ter jantado com uma amiga e, após tê-la deixado em casa, causou o acidente.

Especialista afirma que evangélicos nunca serão maioria no Brasil e quem os “sem religião” serão grandes e fortes


Quem tem passado os olhos sobre os jornais e revistas dos últimos meses não terá muitas dúvidas em afirmar: não há lugar para o cristianismo no chamado espaço público do Ocidente neste século 21. Esse espaço pertence a agnósticos, a ateus ou aos genericamente chamados de “sem religião” – gente que não se sente identificada por nenhum sistema de fé ou instituição religiosa e que, por isso, estaria mais apta a lidar adequadamente com o pluralismo da sociedade pós-moderna. Esse é o tom do mundo político, do meio acadêmico e da grande imprensa ocidentais. Num contexto como este, aumenta a preocupação com números. E pesquisas relacionadas à confissão religiosa são acompanhadas com interesse em todo planeta.

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Em abril deste ano, a revista Newsweek, nos Estados Unidos, colocou na capa matéria com o título “O declínio e a queda da América cristã”, que aposta no fim da hegemonia do cristianismo na cultura norte-americana, apressando esse diagnóstico por conta da retração, ao longo das últimas duas décadas, de 10% no número de pessoas que se auto-identificam como cristãs. Isso, a despeito de a religião agora vista pela publicação como decadente ainda contar com nada menos do que a adesão de 76% da população do país, de acordo com os dados divulgados pela pesquisa American Religious Identification Survey.

Por aqui, em uma série de artigos publicados recentemente pela revista Ultimato, Paul Freston, doutor em sociologia pela Universidade de Campinas (Unicamp), debate o futuro da Igreja Evangélica no Brasil em termos de força numérica e também cultural. Ele lembra que o país atualmente pode ser considerado a “capital mundial do pentecostalismo”, mas que isso não garante que a voz dos evangélicos será a hegemônica. Freston afirma, em seus artigos, que para alguns estudiosos o crescimento pentecostal no Brasil vai dar lugar à secularização: a trajetória das pessoas iria então do catolicismo para o pentecostalismo e depois para o grupo dos “sem religião”. Ele vê um crescimento dos “sem religião” – designação que agrega agnósticos, ateus e místicos sem uma filiação religiosa definida – no mesmo ritmo dos pentecostais e justamente nas “mesmas periferias e fronteiras” das grandes cidades, entre jovens e não-brancos.

Se as tendências atuais persistirem, continua Freston em sua série de três artigos, nunca haverá maioria evangélica no Brasil. Ele aposta, assim, que a decadência católica se estabilizaria, parando no patamar em torno de 40% da população. Os evangélicos chegariam a 35% e os “sem religião” formariam um terceiro grande grupo, com cerca de vinte e cinco por cento dos brasileiros. O sociólogo sublinha, no entanto, que há uma diferença importante entre os pentecostais e os chamados sem religião – estes são, sobretudo, homens, e os pentecostais, majoritariamente, do gênero feminino. “Talvez, então, ‘sem religião’ seja o substituto do pentecostalismo para rapazes subempregados e ainda sem responsabilidades familiares”, pondera o especialista. Algo temporário, portanto.

À revista CRISTIANISMO HOJE, Freston afirmou ter baseado seu cálculo em relação ao futuro da religião no país, a partir do destino que tem sido traçado pelos brasileiros que abandonam o catolicismo: “Apenas um em cada dois ex-católicos vira evangélico”, declara. Para ele, não adianta tentar definir quem seriam os “sem religião”, e sim, entender a variedade que acaba caindo nessa categoria censitária. “Uns poucos cristãos, por alguma razão, talvez aceitem ser contados nesse grupo”, admite.

“Componente místico”

Já Agnaldo Cuoco Portugal, doutor em filosofia da religião e professor da Universidade de Brasília (UnB), lembra que os números dos últimos censos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para uma situação totalmente oposta. “Os últimos dados, de 2005, comparados com os de 2000, mostram na verdade uma diminuição do número das pessoas que se declaram sem religião, ainda que dentro da margem de erro”, aponta. Portugal ressalta que os acadêmicos têm dificuldade de explicar o grande crescimento da religião ao redor do mundo, em que pesem todas as previsões contrárias. E o cristianismo está nessa equação.

De fato, o estudo Economia das Religiões, divulgado no ano passado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em dados do IBGE entre 2000 e 2003, mostra o crescimentos dos evangélicos, tanto tradicionais quanto pentecostais. E aponta a queda – não vertiginosa como acontecia nos anos 90, é verdade – do número de católicos e também dos “sem religião”. Em 2000, o percentual de brasileiros que declaravam não professar qualquer crença era de 9,02%. Três anos depois, esse número caiu para pouco mais de cinco por cento. O professor observa que, entre os que dizem não pertencer a uma religião, há os ateus modernos, que militam contra a fé, e os agnósticos, que simplesmente não encontraram resposta na religião. E há também aqueles que têm algum tipo de religiosidade ou de espiritualidade, mas não se identificam com nenhuma das religiões institucionalizadas. “O que é muito curioso”, avalia o professor. “São ‘sem religião’, mas no sentido institucional da palavra. Eles não são mediados por nenhuma instituição ou participam de grupos muito pouco institucionalizados. O que é uma tendência, até”, diz Portugal.

“As ciências sociais têm explicações e discussões muito antigas, datando do século 18, que vaticinaram o fim da religião como elemento constitutivo da sociedade”, diz, por sua vez, Alexandre Brasil Fonseca, doutor em sociologia pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele lembra que esse entendimento veio relacionado ao estabelecimento dos regimes republicanos no Ocidente e aos processos de secularização e advento do Estado laico. Fonseca sublinha, porém, que hoje os teóricos encontram um quadro diferente: a religião ganha força em todo o mundo. “O ponto em que há mais problemas na teoria sociológica contemporânea é entender o inverso”, sustenta. “Compreender processos como a forte presença do pentecostalismo na América Latina, a ampliação do islamismo na Europa, a forte presença de evangélicos conservadores – tanto nas classes baixas quanto altas nos Estados Unidos –, o crescimento das religiões de matriz africana na Argentina e no Uruguai ou o aumento de jovens que optam por ser padres na esteira da renovação carismática católica”, enumera.

O sociólogo ressalta que a sociedade brasileira é “eivada de um forte apelo religioso”, o que até dificulta a definição do que configuraria o grupo dos que declaram não pertencer a religião alguma. “Parece impensável, para o brasileiro, levar uma vida que não tenha um componente místico ou transcendental em seu cotidiano”, diz ele. “Definir-se como ‘sem religião’ é dizer que não se segue uma ‘religião-de-igreja’, nos termos de [Peter Ludwig] Berger”, explica Fonseca, referindo-se ao sociólogo e teólogo austríaco que analisou os fenômenos da secularização e da dessecularização, assim como o da individualização da experiência religiosa. “No caso brasileiro, pelo número baixo de ateus e pela pouca expressão de grupos militantes e organizados neste campo, parece que temos aí uma massa de pessoas que optou por moldar uma religiosidade particular”, explica. Essa postura seria, continua o pesquisador, fruto da reunião de diferentes credos e experiências. “Por outro lado, reforça a idéia de que os ‘sem religião’ se cansaram da religiosidade tradicional e buscam respostas não coletivas, mas individuais”, ressalva.

Deus impessoal

Para ele, ainda há muito o que estudar quando se fala desse grupo de pessoas. O estudo Economia das Religiões, da FGV, mostrou que a faixa da população brasileira mais avessa à religião é justamente a mais pobre, da classe E, que ganha até dois salários mínimos. “Entender porque pessoas com nível superior, com alto ingresso de recursos, do sexo masculino e brancas não possuem uma religião é algo de explicação praticamente automática”, diz. “O interesse sociológico reside no outro extremo, o de, por exemplo, mulheres negras que residem em favelas, vivem com salário mínimo ou menos do que isso e provavelmente dependem de programas sociais para complementar sua renda. Por que neste grupo existe um percentual tão alto de pessoas que afirmam não ter religião?”, indaga Fonseca, sublinhando que a sociologia brasileira tem começado a se debruçar sobre o tema, analisando os dados nos últimos cinco anos.

O fato é que, enquanto atrai uns, a religião pode provocar calafrios em outros. O advogado baiano Felipe Lordelo, de 24 anos, é tão incomodado com o tema que no ano passado criou um site, o www.semreligiao.com.br. Segundo ele, tudo começou por causa de uma ex-namorada evangélica. “Ela vivia um certo radicalismo que começou a provocar em mim questionamentos a respeito da interferência religiosa na vida das pessoas”, conta ele, que chegou a debater o assunto em um programa de TV, acompanhado do roqueiro Lobão. Lordelo afirma ter a colaboração, no site, de ateus, agnósticos, deístas e até católicos. “Nosso grupo tem uma vertente deísta, ou seja, aqueles que acreditam em Deus, mas entendem ser desnecessária a intermediação da religião para compreendermos a vontade dele”, aponta. “Poderíamos assim definir ‘sem religião’ como um gênero e suas espécies como variações relacionadas às crenças”, explica.

O próprio Lordelo se declara um deísta, e à sua maneira define Deus como sendo o próprio Design Inteligente, sem poder de influenciar ou decidir o destino dos homens. Lordelo acredita que há um crescimento deste segmento entre os que saem das fileiras evangélicas. “O que acontece é que muitas pessoas dizem ser de uma religião por imposição social ou por terem sido apenas batizadas nela”, assegura, classificando as instituições religiosas como meros suportes psicológicos, prejudiciais até às famílias. Apreciador de debates, o jovem diz que muitos cristãos participam do site com argumentos e críticas. “Alguns, porém, são mais agressivos”, reclama. Perguntado se ele mesmo não estaria estabelecendo um sistema de crenças que poderia ser taxado por alguém como uma nova religião, Lordelo responde enfático. “Com certeza que não!”

“Encontrei novo sentido”

Pedro Ivo de Souza Batista, 47 anos, voltou a ter fé há pouco tempo. Foi uma longa trajetória, que envolveu também suas escolhas políticas e intelectuais. “Deus usou a ciência. Na brecha que a gente dá, ele vem”, conta. Cearense, criado no catolicismo, no início da década de 80, sob influência da teologia da libertação, ele participou de movimentos políticos de contestação. Aos poucos, foi se bandeando até tornar-se um ateu convicto, aos 22 anos. “Não tinha sentido imaginar que Deus existia e que Jesus era seu Filho”, confessa.

Com anos e anos de um ateísmo já arraigado, algo começou a deixar o militante de esquerda inquieto. Primeiramente atraído pela causa da ecologia, passou a ver um sentido novo para as coisas. “Comecei a discutir o universo, a criação, a formação da Terra, os elementos que compõem a vida. O processo evolutivo é tão sutil, tão delicado, que passei a pensar na existência de algo transcendental, acima da gente – algum arquiteto disso tudo”, lembra Pedro Ivo, que coordenou a Agenda 21 Brasil, no Ministério do Meio Ambiente, e é assessor parlamentar da senadora Marina Silva (PT-AC), ex-titular da Pasta. “Passei a ler sobre os cientistas e descobri que muitos viam na ciência um caminho para Deus.”

Pois o caminho de Pedro Ivo não parou por aí. Ele parecia tomar um rumo mais esotérico, com interesse no budismo. A militância política, porém, o chamava para algo que unisse a idéia de transcendência com uma espiritualidade mais concreta. Incentivado pelos cristãos do gabinete de Marina Silva, ele resolveu ler a Bíblia e a aprender sobre Jesus Cristo. “Vi a forma como ele se relacionava com as pessoas, a natureza, a transcendência, todo o exemplo dele me tocou muito. A beleza do universo só seria possível com alguém muito amoroso e compassivo com todos. Cheguei à conclusão de que Jesus estava nesse processo todo”, afirma. “Voltei a Deus de uma forma muito racional. Não houve nada fantástico, não fui curado de nada. Mas na busca da esperança, encontrei esse amor incondicional”.

Pela formação de esquerda – o que é “contraditório, mas não excludente”, diz –, Pedro Ivo ficou mais próximo ao protestantismo. Interessou-se pela Reforma de Lutero e pela forma democrática de ser dos evangélicos. “Há muito preconceito contra os crentes, muitas tentativas de colocá-los num padrão”, diz Pedro Ivo, que hoje congrega na Igreja Anglicana, em Brasília; “Meus amigos todos, comunistas, revolucionários, socialistas, não compreenderam minha nova posição. Acharam que eu estava perdendo o rumo, que abdicaria de minhas opções políticas e sociais, com as características do que sou”, revela. “Depois que a gente encontra fé, as coisas vão se revelando. Coisas muito bonitas, o Reino de Deus, a possibilidade de uma vida nova, a importância da oração”, conta. “Estou muito feliz, mais humano, mais filho de Deus”, resume, convicto.

Fé sob ataque

Propaganda ateísta assume ares de batalha cultural

Não são poucos os que esperam que o cristianismo saia de cena de vez. Qualquer discurso que, entre suas argumentações, tangencie uma justificativa cristã, é repelido com veemência em artigos e editoriais na grande mídia. Quando o então Procurador-Geral da República Cláudio Fonteles, católico praticante, provocou, há dois anos, o Supremo Tribunal Federal a se manifestar sobre a legalidade ou não do uso de células-tronco embrionárias para pesquisa científica – tendo como argumento o direito à vida dos embriões congelados –, os principais articulistas do país o criticaram asperamente pela ousadia de tirar sua religião do foro íntimo para o debate no espaço público, no âmbito do Estado. Praticamente uma heresia.

Ao que parece, os evangélicos, em especial, estão fadados a ficar confinados em uma espécie de córner de extrema direita, acuados e taxados de intolerantes e responsabilizados por guerras e preconceitos. A grande mídia norte-americana não teve pudor em bater duro no então recém-eleito presidente Barack Obama pelo simples fato de ele ter convidado o pastor Rick Warren – tido como conservador, ou, pecado maior, “fundamentalista” – para ser um dos religiosos a fazer a oração da posse, em janeiro. A crítica se baseava no fato de Warren simplesmente continuar pregando a salvação em Jesus e não concordar com casamento entre homossexuais.

O clima nas universidades, na mídia e na política é de uma autêntica batalha cultural. “Minha experiência mostra que as universidades ocidentais não se preocupam com conhecimento e aprendizado, mas com ideologia”, disse no ano passado o teológo Rikk Watts, no seminário Cristianismo: Benção ou maldição?, promovido em Brasília (DF) pelo Centro Cristão de Estudos. “Se vamos salvar essas universidades, nós, cristãos, teremos que aprender a falar a verdade e conhecer a nossa história”, observou Watts, que é professor do seminário do Regent College, no Canadá, além de PhD em teologia em Cambridge e especialista em filosofia, história da arte e sociologia. “O problema é que a maior parte dos cristãos não sabe explicar diferentemente do que pregam pessoas como o cientista britânico Richard Dawkins, para quem todos os males do mundo vêm do cristianismo”, declarou. “Mas eu cheguei à conclusão, e não sou só eu, que não há nada que tenha feito tão bem ao mundo quanto o cristianismo”, ousa dizer o teólogo, que deve voltar ao Brasil em agosto, para novas conferências.

Recuo paradoxal

Na Inglaterra, a batalha em torno da fé chegou ao complicado trânsito londrino. Propaganda ateísta toma algumas dezenas daqueles tradicionais ônibus vermelhos, de dois andares, com a frase “Provavelmente não há Deus; agora pare de se preocupar e curta a vida”. O que pouco se noticiou é que o grupo que paga a propaganda, ligado a Dawkins, um pregador do ateísmo, resolveu agir para responder à criativa forma de evangelização encontrada pelo grupo interdenominacional Lamb of God (Cordeiro de Deus). Os crentes seguem colocando versículos bíblicos na lateral de vários ônibus londrinos. “Quando vier o Filho do homem, encontrará, porventura, fé na Terra?”, pergunta um dos anúncios, com o texto do Evangelho de Lucas (18.8).

Em recente palestra proferida na milenar catedral de Saint Paul, em Londres, o arcebispo da Igreja Anglicana, Rowan Williams, defendeu a relevância cultural da fé cristã numa Europa pluralista e multiétnica. Ele refutava a tese de que o cristianismo não cabe em ambiente democrático. Para chegar lá, o arcebispo precisou refrescar a memória com 20 séculos de história, argumentando que a religião se disseminou como força civilizatória e democratizante. Do outro lado do Atlântico, debates intensos cercam o uso de símbolos cristãos em prédios públicos norte-americanos, tidos como desrespeitosos aos que não professam a fé cristã – ainda que nada menos três em cada quatro cidadãos do país se declarem adeptos da crença, entre protestantes, católicos e evangélicos.

A posição de recuo do cristianismo, continuamente sob ataque, guarda pelo menos um paradoxo. Tida como página virada, a fé cristã ainda é professada pela maioria da população ocidental. Apesar de sofrer grandes revezes e estar sendo banido do espaço público – sendo desconsiderado como voz legítima no meio acadêmico, na mídia e na política –, a verdade é que as pesquisas sobre religião demonstram o enorme poder de influência do cristianismo. Na secularizada Europa, o número de pessoas que buscam a religião tem aumentado. Em 2005, pesquisa do Eurobarometter Poll mostrou, para surpresa de muitos, que 52% dos europeus afirmaram crer em um Deus pessoal, à maneira cristã, e outros 27% disseram acreditar que uma força espiritual e sobrenatural governa o universo.

Estado laico

No Brasil, o tom anti-religioso da mídia e dos meios acadêmicos também não deixa dúvidas de que o cristianismo, por aqui, já não parece ter a mesma força política e cultural. A ONG Brasil para Todos, que combate manifestações religiosas no âmbito do Estado, pediu ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que se pronunciasse sobre o uso de crucifixos em tribunais de todo o país. O grupo, que agrega de ateus e agnósticos a adeptos de várias religiões minoritárias (inclusive protestantes), defende o caráter laico do Estado brasileiro, consagrado pela Constituição – a mesma cujo preâmbulo evoca o nome de Deus. Eles dizem não haver espaço nos tribunais para o uso de crucifixos ou qualquer menção à fé cristã, atualmente confessada por quase 90% da população do país.

O CNJ, surpreendentemente, preferiu não mexer no vespeiro e manteve a tradição do uso desses símbolos nos espaços judiciários. O jurista Ives Gandra Martins tem ressaltado, em resposta a quem combate a influência cristã – especialmente católica – no âmbito da Justiça, que o laicismo não deve ser confundido com ateísmo oficial. “Estado laico, que reconhece o fator religioso como componente constitutivo das sociedades humanas, não se confunde com Estado ateu, que rejeita toda manifestação religiosa”, afirma.

Adolescente afirma ter sido espancado com pistola por segurança dentro de Igreja Universal


O estudante M. L. S., 18 anos, disse que foi agredido com uma pistola por um segurança da igreja enquanto usava o banheiro, na tarde de quinta-feira em Taubaté, São Paulo. O estudante e a família são membros da Universal há mais de cinco anos e, por isso o jovem, que sofre de incontinência urinária a cerca de quatro anos, se sentiu no direito de usar o banheiro enquanto andava pelo centro da cidade.

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“O homem chegou e perguntou o que eu estava fazendo no banheiro, quando disse, me chamou de nóia (usuário de crack), tirou o revólver da cintura e começou a bater na minha boca dizendo que não podia e que era para eu ficar calado porque ele era policial; repetiu isso cinco vezes”, afirmou o adolescente.

Ainda ferido, o rapaz buscou ajuda em uma base móvel da Polícia Militar na praça Dom Epaminondas, onde, segundo a vítima, nada foi feito. A mãe do jovem afirma que o agressor, segurança da igreja, também é policial militar, embora o regimento disciplinar da corporação proíba o bico de segurança. O comandante da Polícia Militar em Taubaté prometeu investigar a denúncia.

Procurado, o pastor da Igreja Universal afirmou que prefere não comentar o caso. “Não sei de nada, só vi a polícia aqui e o menino fazendo essas acusações; não tenho nada o que falar”, disse.

sábado, 23 de julho de 2011

Brigas e divisões nas igrejas podem afetar a vida espiritual dos fiéis?


Ao longo desses dois mil anos depois de Cristo, a propagação do evangelho ficou por conta dos novos convertidos do então chamado Cristianismo.

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Com o crescimento desta nova fé, como se poderia imaginar surgiram também as divergências e diferenças teológicas. A partir do momento em que a Igreja começou a ter uma estrutura física , forma institucional e o fortalecimento do clero, as divisões entre o povo adepto ao Cristianismo começaram aparecer. Desde então, as igrejas cristãs vêem encontrando dificuldade de manter sua unidade, gerando uma hora ou outra divisões que acabam por afetar o ministério e muitas vezes até mesmo a vida dos que dela faziam parte.

O Brasil não foge a regra, dentro do tempo da história da Igreja Evangélica brasileira, várias divisões ocorram, tanto nos grupos tradicionais, como nas igrejas pentecostais e neopentecostais. As divisões não se dão somente por nível denominacional, mas também por conflitos internos ocasionados por desentendimentos de líderes, o que muitas vezes resulta nas chamadas igrejas vizinhas “rivais”.

Segundo especialistas, o motivo pelo qual ocorrem as desavenças no meio das igrejas vão desde a vaidade pessoal dos líderes até insubordinação, na falta de sabedoria para se trabalhar em equipe e interesses pessoais prejudiciais a outros, mas também podem haver as separações geradas das diferenças teológicas (visão) ou de vocações ministeriais não reconhecidas pelas lideranças centralizadoras.

“A divisão é intrínseca à experiência da Igreja cristã: simplesmente, nunca houve um cristianismo indiviso”, aponta o professor Joanildo Burity, coordenador do mestrado sobre fé e globalização do Departamento de Teologia e Religião da Universidade de Durham, na Inglaterra.

Ao mesmo tempo que as separações de igrejas, que consequentemente vem a gerar o aumento das congregações, cause cada vez mais a difusão do cristianismo no mundo, em contra partida elas também são causadoras de desilusões, traumas e desgastes tanto emocionais como espiritual nos membros.

Hoje é muito comum encontrarmos crentes de longa data que já participaram de várias congregações, na maior parte destes casos a razão para essas mudanças congregacionais está nas desconfianças existentes no meio das igrejas.

A divisão nas igrejas reflete de forma negativa e atinge a várias pessoas. Esse tipo de experiência não é difícil somente para os membros da comunidade, mas também para os líderes.

Segundo o Pastor Altair Germano – coordenador pedagógico Faculdade Teológica da Assembleia de Deus em Abreu e Lima (Fateadal), em Pernambuco, os crentes que mais sofrem com processos de divisão são justamente os neófitos na fé, que ainda possuem uma visão romantizada da igreja e as divisões podem vir a causar grandes males espirituais para os membros envolvidos, mesmo que sendo necessária. A situação também é embaraçosa para aqueles fiéis de longa data em uma mesma denominação, devido a história e ligação gerada no decorrer dos anos coma igreja e irmãos de fé.

Mas ainda a grande preocupação a ser levantada é quanto a credibilidade passada pelo povo de Deus aqueles que dEle pouco conhecem. Além da abalo gerado nos novos convertidos, essas situações trazem consigo a descredibilidade nas instituições cristãs e ferem o Evangelho e seu real propósito.

“Existem consequências muito grandes nesses momentos. Uma delas é o prejuízo ao caráter evangelístico da igreja. Os novos convertidos sofrem um abalo na fé muito grande. Eles esperam da igreja algo novo, querem satisfazer um vazio da alma. Quando se deparam com uma separação que cria um ambiente muito hostil, a decepção é grande. Afinal, no lugar onde tinham a expectativa de encontrar soluções, acabam encontrando mais problemas”, opina o Pastor Josivaldo Carlos, da Igreja Batista Missionária sobre esta situação.

Igreja quer que todas as cópias de filme sobre pastor corrupto sejam queimadas


A Igreja de Deus dos Estados Unidos entrou com um processo contra o filme Salvation Boulevard. Ela alega que o símbolo usado na película para a seita do protagonista vivido por Pierce Brosnan é uma cópia de sua própria insígnia.

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Caso a Justiça norte-americana entenda que a reclamação procede, a distribuição e a exibição do filme terão que ser paralisadas. Além disso, os solicitantes querem que todas as cópias e materiais de divulgação sejam queimados.

A ação judicial tem como alvo as empresas Sony Pictures, Mandalay Pictures, IFC Films e Comcast, produtoras responsáveis pelo longa.

Na trama, o ex-007 interpreta um carismático líder religioso envolvido em graves escândalos. A história toca na questão da comercialização e exploração da fé das pessoas religiosas. No elenco também estão Greg Kinnear, Ed Harris, Marisa Tomei e Jennifer Connelly.

Compare abaixo:

Foto da logo da igreja no filme

Logo da Igreja de Deus

Famoso roqueiro Dave Mustaine, do Megadeath, se converteu e hoje afirma: “Sou mais perigoso agora, como cristão”


Quando um roqueiro se converte realmente é estranho, afinal a imagem de um evangélico e de um fã de heavy metal são bem diferentes, mas não é o caso de Dave Mustaine líder da banda de trash metal Megadeath.

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Mustaine sempre teve uma vida ligada a bebidas e drogas, foi tão dedicado a isso que foi expulso da banda que fundou, o Metallica, porque não aguentaram mais o músico quando não estava sóbrio, e ele simplesmente não ficava sóbrio.

Hoje a vida de Dave mudou, convertido evangélico mudou as letras de suas músicas e muitas de suas atitudes, por isso participou do documentário “Primetime Nighline: Beyond Belief, Batle With The Devil”, uma série de reportagens sobre exorcismo e demônios que está sendo exibida na rede ABC. Na entrevista ele diz acreditar na existência do demônio: “A maior mentira que ele já contou foi que não existe. E você vê as pessoas achando que ele é vermelho, com cara de bode e rabudo, mas não. Ele é belo, como um anjo. Por que iria querer parecer um monstro? Ele pode ser igual a você. Poderia estar aqui, nesse momento. E nem saberíamos. É assustador”, afirma.

Dave foi ponderado quando perguntado se o heavy metal é coisa do diabo, segundo ele “em alguns casos é. Mas não em todos. Há bandas que acreditam em Deus e o glorificam. Oram todas as noites antes de entrar no palco”, mas vê relação entre a magia negra e a bebida: “Nem sempre que bebi estava envolvido com isso. Mas sempre que estive envolvido, estava bebendo. Então, definitivamente, há uma relação”, acredita.

O vocalista também falou sobre sua vida antes de se converter, segundo ele a “mãe era Testemunha de Jeová e me criou nessa fé. Acabei me envolvendo com bruxaria por odiar ficar batendo nas portas das casas dos outros”, disse. Ele revela também que ainda quando criança fez magia negra contra duas pessoas, uma era um garoto que praticava bullying contra ele e “sofreu um acidente de carro e algo aconteceu com parte de seu corpo”, a outra pessoa era uma garota cobiçada pelos seus colegas, “todos a desejavam, mas era fora da minha realidade. Fiz [a magia] e, no outro dia ela, estava em meu apartamento”, e com veemência completa: “Por isso acredito no lado negro. Muitos pensam que não é real, mas funciona”, afirma.

Em seu testemunho Dave Mustaine afirma ter feito “pactos de sangue. Isso foi antes de descobrirmos sobre a AIDS. Cortávamos dedos e juntávamos, nos tornando irmãos de sangue”, mas ressalta: “Não quero mais estabelecer uma comunhão espiritual e misturar minha vida com alguém que não conheço direito. A Bíblia diz que sangue é vida” e finaliza, “acho que sou mais perigoso agora que me tornei um cristão, pois estou armado com a verdade”, diz Dave Mustaine.

Brasil tem quase 140 horas de programas cristãos na tv. Confira a distribuição por canais


Responda rápido, na sua opinião qual a TV aberta que exibe mais programas religiosos? Quem respondeu Record, errou.

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É a RedeTV! a campeã brasileira de venda de horários a igrejas: 46 horas por semana, ou cerca de 27% de sua programação total. A Record vem apenas em segundo, com 32 horas vendidas. Ela tem 14 horas a menos que a RedeTV!, e apenas uma hora a mais que a Band (31 horas). O SBT atualmente é a única emissora ainda “laica”, sem igrejas, pastores ou missionários (leia mais abaixo).

Dados a seguir mostram quantas horas cada emissora aberta (VHF ou UHF) vende para igrejas. No total, os brasileiros têm quase 140 horas semanais de programação religiosa. Nenhuma emissora revela quanto fatura com a prática, que é permitida pela legislação a partir de nebulosas interpretações jurídicas da já obscura legislação vigente no assunto.

Não deixa de ser curioso que, apesar de a imagem religiosa ser quase sempre associada à Record, ela tem menos pregação não só que a RedeTV!, mas também que a CNT e suas 61 horas. Mas há que se lembrar que a Igreja Universal de Edir Macedo também compra horários em outros canais, como Gazeta etc.

Procurada, a RedeTV! não quis comentar os números desta reportagem.

Pela “lei” em vigor, cada emissora (concessão) só poderia vender até 25% do seu espaço para publicidade. As TVs driblam o dispositivo porque igrejas não podem ser considerados anunciantes. Para alguns profissionais da TV, no entanto, essa prática é ilegal e a lei proíbe a venda da grade a terceiros.

A Anatel ou o Ministério das Comunicações jamais se manifestaram a respeito.

SBT AINDA RESISTE

Globo e Cultura dedicam até uma hora a missas católicas, aos domingos. A única TV brasileira que ainda é “virgem” aos telepastores, é o SBT. Mas, isso não deve durar muito tempo.

Após atacar pastores, Ministério da Justiça elogia Insensato Coração por “expor realidade da perseguição” contra gays


A novela Insensato Coração vem causando polêmica com seus vários personagens homossexuais na trama e o Ministério da Justiça afirma estar se agradando disso, pois haveria uma “relevância social”.

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Neste último dia 21 a Globo soube da decisão da justiça sobre um pedido para baixar a faixa etária da novela, a idéia é ter autorização para o folhetim ser recomendado para maiores de 12 e não maiores de 14 como é hoje. Não houve êxito no pedido, mas o Ministério da Justiça decidiu elogiar a novela “por expor a realidade de perseguição, discriminação e violência” que o segmento LGBT estaria vivendo, segundo os jornais Agora São Paulo e O Dia.

Convenientemente ou não, o elogio inesperado aconteceu logo depois de dois fatos distintos: a TV Globo mandou que sua principal novela diminua a apologia a agenda gay, informação repassada a imprensa somente na última semana; e a inserção pelos autores de uma cena que que cutuca sutilmente pastores. Segundo pessoas que se sentiram ofendidas, a cena faz parecer que os líderes evangélicos são homofóbicos e causadores de desavenças entre pais e filhos através de uma influência negativa.

O Ministério da Justiça também viu na novela global um “esforço para abordar de forma atenuada os temas violentos e eróticos” e enalteceu isso.

Igreja expulsa demônios dos fiéis através de flatulência, vômito, bocejo, tosse e até jogada de futebol americano


A rede americana ABC está apresentando nesta semana uma série de reportagens sobre igrejas evangélicas e exorcismo. O vídeo acima mostra a igreja Agape Bible Fellowship, em East Aurora, Nova York. O pastor orienta seu rebanho para se livrar de seus demônios, que ele diz que entram no corpo através da respiração.

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O primeiro sinal de libertação acontece quando as pessoas começam a bocejar incessantemente ou arrotar. À medida que o culto continua, muitos tossem descontroladamente ou vomitam. Há os que soltam flatulências e alguns mais hostis são libertos pelos obreiros que utilizam uma jogada de futebol de futebol americano chamado de “tackle”. “Parte disso é doloroso”, disse Goguen. “Mas os demônios precisam sair sob a autoridade e o poder do Senhor Jesus Cristo.”

Em pouco tempo, a sala fica cheia de gente gritando, gemendo e grunhindo. Alguns se contorcem no chão, ordenando que os demônios deixem seus corpos. “Jesus fez [exorcismos] publicamente”, disse Goguen. “Ele não fazia isso a portas fechadas. As pessoas eram curadas e libertas, e todos viam.”

Para o pastor, todo mundo tem demônios e eles podem causar doenças como o câncer ou o vício em drogas. Segundo Goguen, os espíritos malignos podem entrar em alguém através de tatuagens, prática de artes marciais, invocação de espíritos e adivinhação, entre outros “portais”.

“A maioria dos nossos cultos são apenas bons cultos batistas, normais”, explica o pastor. “Até chegarmos ao final, quando muitas vezes precisamos lutar contra os demônios que estão em alguns crentes. Todo mundo tem que se libertar.” E a luta deve ser realmente difícil, uma vez que o próprio pastor por vezes é visto tossindo e vomitando no culto.

Reportagem da ABC sobre o exorcísmo (em inglês)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

DIA 30/07/2011 LIBERTA CAMPINA, NO CAIC A ENTRADA É UM 1Kg DE ALIMENTO LANÇAMENTO DA ONG - FORÇA JOVEM COM CRISTO.DIA 30/07/2011 LIBERTA CAMPINA, NO C


DIA 30/07/2011 LIBERTA CAMPINA, NO CAIC A ENTRADA É UM 1Kg DE ALIMENTO LANÇAMENTO DA ONG - FORÇA JOVEM COM CRISTO.

CONFIMADO! COM AS AS BANDAS:

*Banda Renascer

* Arca da Alliança

* Ministério Nova Geração

* Ministério Rocha Eterna

* Banda Manah

* Ministério de Louvor JOPAC E MUITO MAIS!

Faça sua doaçao seja um doador da obra do senhor qualquer valor.
Banco do Brasil Agencia:3331-6
Conta poupança: 55.654-8
FRANCINALDO NUNES DA SILVA .



Rede Globo ataca pastores evangélicos em cena sobre gay na novela Insensato Coração. Assista


Foi ao ar na última segunda-feira, 18 de julho de 2011, uma cena polêmica na principal a novela da Rede Globo, ‘Insensato Coração’, exibido na horário com mais ibope da tv brasileira, 21 horas. Xicão Madureira, um dos personagens gays na trama, interpretado por Wendell Bendelack, ao conversar com a personagem Dona Sueli Campelo, interpretada por Louise Cardoso, afirma que seus pais o destratam devido a uma suposta influência de seus pastores.

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“A minha mãe só fala comigo para me dar sermão, o meu pai nunca passou do bom dia e cascudo. Os dois vão na conversa do pastor da igreja deles e me tratam como se eu fosse o fim do mundo”

Para muitos evangélicos, todo o contexto da cena faz parecer que a influência de pastores fez com que os familiares do personagem Xicão se afastassem e destratassem o próprio filho devido a sua opção sexual, parecendo que os líderes cristãos incitam a homofobia e a guerra familiar, assim sendo eles a causa das desavenças. A novela que possui ao menos quatro personagens gays, não tem nenhum ligado a religião evangélica, portanto a razão da “barra” vivida por Xicão foi escolha dos autores da novela, os ateus Gilberto Braga e Ricardo Linhares. A cena foi exibida logo depois que a Globo mandou vetar a trama de um dos casais gays da novela e avisou aos autores para pararem de fazer constante apologia a PLC 122.







O Pastor Fabiano Alvarenga da Igreja de Deus no Brasil em Feira de Santana – Bahia, um dos primeiros a comentar e divulgar o video do capítulo no Youtube, se mostrou ofendido como pastor. “É inaceitável tal prática por um meio de comunicação tão conhecido e assistido que é a Rede Globo. Respeitamos todos os homossexuais! Apenas criticamos a prática homossexual, pois estamos em um país onde possuímos liberdade de expressão, como o ministro bem relembrou ao votar a permissão da marcha da maconha…” disse ele.

Nada contente com a forma sútil do ataque da Rede Globo, o pastor Silas Malafaia também demonstrou seu descontentamento com a cena, promovendo um movimento em sua página no Twitter: “Ja enviei um email a um dos donos da Rede Globo com meu veemente protesto contra o ataque feito aos pastores na novela. Proteste também. Manifeste-se contra novela da Rede Globo que ataca os pastores. Ligue para 40022884 ou envie e-mail na pág http://t.co/OIQ4fWU” e completou: “Não tenha medo de dar seu cpf. Estao usando isso para impedir a critica. Proteste 40022884 e envie email na pág falecomaredeglobo.globo.com”

Foram muitos comentários no vídeo postado pelo pastor bahiano, cristãos que também se sentiram ofendidos expressaram sua indignação: “não estou julgando mas os dias da Globo podem estar contados, vocês não estão se levantando contra pastores nem cristãos mas contra a Palavra de Deus. As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Senhor jesus!”, afirma o usuário “Ministro Fael” na página. “É ridículo quererem generalizar as coisas e as pessoas. Sou cristã e não sou a favor do homossexualismo, mas não me levanto contra o homossexual, não o julgo, discrimino e maltrato, é um absurdo a tv querer generalizar isso e fazendo o que ela julga ser errado atacando outras pessoas também. Somos pessoas livres para escolher o que queremos ser e fazer de nossas vidas e cada escolha tem sua consequência seja ela boa ou ruim, mas não cabe a ninguém julgar isso…”, afirmou a usuária “Paloma Biscuit”.

Censura da Globo no Youtube

Rapidamente a própria Rede Globo retirou o vídeo do ar no Youtube reividicando os direitos autorais. Indignado, o Pastor Fabiano Alvarenga, responsável pela publicação do mesmo, questionou a reclamação da emissora por existirem vários outros vídeos dela publicados no Youtube que não foram censurados e revela ter recebido um e-mail do serviço de vídeos ameaçando a suspensão de sua conta caso envie mais conteúdo. “Podem suspender, mas em instantes estarei enviando outro,” desafia.

O Gospel + conseguiu salvar o vídeo do Pastor Fabiano antes que fosse apagado pelo Youtube a pedido da Globo. Ele pode ser assistido acima através do serviço Videolog ligado às empresas da Rede Record.

Insensato Coração VS Cristãos

Não é a primeira vez que a novela Insensato Coração fala sobre religião. Em um capítulo exibido no começo de Abril de 2011 a atriz Camila Pitanga e o ator Lázaro Ramos em um diálogo na mesa de jantar afirmam não achar certo que uma criança seja criada com ensinamentos ligados alguma religião. No diálogo os personagem falam em não “impor a criança a uma crença” e se dizem preocupados com a educação do filho por ele ser batizado em uma igreja católica. Assista:


Procurada sobre as polêmicas com o tema gay, a Globo afirma que televisão é um veículo de massa que precisa contemplar todos os seus públicos.

Pastor Silas Malafaia fala sobre a Missionária Lanna Holder e sua igreja: “Teologicamente errada e confusa”


Lanna Holder voltou ao noticiário gospel e secular, mais uma vez, para estarrecer os evangélicos que se regozijaram com o seu testemunho de libertação do lesbianismo na década de 90. Em 2002, ela já foi alvo de polêmica ao ter uma recaída – envolveu-se com uma mulher do grupo de louvor de uma igreja nos EUA, ambas eram casadas. Agora, quase dez anos depois, Lanna volta à cena “sem máscaras”, com uma iniciativa e um discurso que escandaliza quem a viu pregar: ela assumiu publicamente o seu relacionamento com a pastora Rosania Rocha – com quem havia se envolvido nos Estados Unidos -, abriu uma igreja em São Paulo, na qual afirma que homossexualidade não é pecado, e admite que o seu testemunho era enganoso até para ela mesma. “Quando me converti, aprendi que a homossexualidade era uma possessão demoníaca. Isso sempre foi uma luta pessoal, eu não entendia porque, mesmo selada pelo Espírito Santo e abençoada com o dom da Palavra, eu continuava sentindo desejos homossexuais”.

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Lanna desistiu de lutar contra os seus desejos e sentimentos e fundou uma igreja que ela chama de inclusiva, e não de “gays”. Trata-se da Comunidade Cidade de Refúgio, inaugurada em junho em um bairro central de São Paulo. Lá a pregação é bem diferente daquelas que Lanna fazia quando era membro da Assembleia de Deus. Ele fala de libertação para prostitutas, drogados, alcoólatras, mas não para os homossexuais: “Com uma prostituta, alcoólatra ou drogado, iremos acolhê-lo, mas vamos tentar ajudá-lo a mudar a sua conduta de vida. Com o homossexual, entendemos que não é uma opção, mas sim uma orientação, que, na maioria dos casos, é irreversível, principalmente se for de nascença. Se eu pudesse escolher, jamais seria lésbica”.

Os defensores do Evangelho consideram essa posição uma heresia. Já para a ciência, ainda não há consenso sobre os fatores específicos que levam um indivíduo a tornar-se heterossexual, homossexual ou bissexual, incluindo possíveis efeitos biológicos, psicológicos ou sociais da orientação sexual dos pais. Ao lado da companheira, Lanna mostra firmeza ao defender a nova doutrina, alegando que está pregando o amor e que Deus não faz acepção de pessoas.

Ao referir a inexperiência de muitos ministérios ao tratar de sexualidade, ela acrescenta que o homossexual se diz discriminado pelos evangélicos e que eles se tornaram resistentes à Palavra de Deus. “Eles pensam: ‘Se Deus não me aceita, se vou para o inferno, então vou ‘zuar’ de vez’. É aí que se lançam na promiscuidade, nas drogas e na prostituição”, explica. No meio das discussões acaloradas sobre a PL 122 e kit gay, Lanna virou alvo da mídia como caso inusitado. Muito bem articulada, ela cita versículos bíblicos de Gênesis a Apocalipse que apontam a homossexualidade como pecado e faz uma interpretação diferente, buscando referências nos textos originais, escritos em grego, nas quais as palavras teriam um sentido diferente dos descritoshoje. Com base nessa releitura, ela argumenta que não há na Bíblia condenação para a homossexualidade: “Existe um contexto em que não posso retirar um texto para fazer um pretexto”.

“Homossexualidade na Bíblia é pecado, pode tentar, forçar, mas é pecado”

Um dos maiores articuladores dos protestos contra a PL 122, o pastor Silas Malafaia falou à reportagem da revista Exibir Gospel a respeito da iniciativa de igrejas que se dizem evangélicas, mas defendem que a homossexualidade não é pecado. Em São Paulo, a novidade é a Igreja Comunidade de Refúgio, de Lanna Holder. No Rio de Janeiro, contudo, já existe a Igreja Contemporânea, que tem até filiais pelo Brasil. Tais instituições estão na contramão dos movimentos evangélicos, que pregam o que está escrito na Bíblia: que os homossexuais não herdarão o Reino dos Céus. “O apóstolo Paulo diz em I Co 6-9: ‘Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas’. Sodomitas, aqui, refere-se a homens que se envolvem em atos sexuais com outros homens ”, observou Malafaia, nos bastidores da Marcha para Jesus de São Paulo.

A nova doutrina das igrejas voltadas para homossexuais também ignora o Evangelho que liberta e transforma o homem, conforme aponta o pastor, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Apesar de seu discurso, ele enfatiza que os evangélicos não são homofóbicos, apenas defendem a Palavra de Deus: “Como qualquer organização, a igreja tem regras. O homossexual é bem recebido, mas ele não será membro, porque está no pecado”. Ainda em I Co 6, no versículo 11 o pastor cita: ‘E é o que alguns de vós têm sido (referência aos impuros, idólatras, sodomitas); mas haveis sido lavados, santificados, justificados em nome do Senhor Jesus pelo Espírito do nosso Deus`. Então como é que a pessoa vem para a igreja e continua homossexual?”, questiona.

Sobre os argumentos de Lanna Holder, Malafaia diz que ela está “teologicamente errada e confusa”, porque Jesus ama todos, mas não consente que se continue no pecado. “À mulher adúltera ele disse ‘Vem, mas, agora, não peque mais’. O texto áureo da Bíblia fala do amor (João 3-16), mas os versículos 17 e 18 dizem: ‘Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele’”, acrescenta.

O pastor acrescenta que a Bíblia fala de salvação e de condenação, de amor, misericórdia, mas também de justiça e juízo: “Homossexualidade na Bíblia é pecado, pode tentar, forçar, mas é pecado”. A respeito da afirmação de que se nasce homossexual, Malafaia fala como psicólogo clínico, uma de suas formações: “Não existe ordem cromossômica homossexual. O cromossomo de um homem hetero é igual ao de um homem homossexual, assim como o cromossomo da mulher hetero é como o da mulher homossexual. Homossexualidade é preferência, aprendida ou imposta, é comportamental”. O pastor reconhece, porém, que é necessário que as igrejas tenham uma atenção especial com os homossexuais. “Tem que ajudar, amar e integrá-lo. Muita gente não entende isso. No entanto, se quer ser membro, tem de se submeter às regras. Há salvação para o homossexual, bandido e até para os que se acham politicamente correto. Mas se não aceitar a Cristo, não será transformado, não será perdoado e vai para o inferno. Isso vale para mim e para qualquer um”, conclui.

Você conhece ou já viu alguém aceitando a Jesus após o “apelo” do Pastor no culto? Conheça a história dessa prática


O pastor encerra seu sermão: “O Espírito Santo convida você a vir. A congregação orando, esperando ansiosa, convida você a vir. Na primeira nota da primeira estrofe, desça as escadas, desça por estes corredores. Que os anjos possam acompanhá-lo. Que o Espírito Santo de Deus o encoraje. Que a presença de Jesus caminhe ao seu lado enquanto você vem, enquanto nós permanecemos em pé e cantamos ao Senhor”. E as pessoas realmente vêm. Semana após semana, em igrejas por todo o mundo, cenas como essa acontecem ao fim de milhares de sermões. A congregação fica em pé e canta; os pecadores caminham pelos corredores e oram por salvação.

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Este método evangelístico bem comum, conhecido como sistema de apelo, não foi sempre assim. Evangelistas bem-sucedidos como George Whitefield, Jonathan Edwards e John Wesley nunca fizeram um chamado ao altar. De fato, eles nem sequer sabiam o que era isso. Eles convidavam seus ouvintes apaixonadamente para vir a Cristo pela fé e aconselhavam regularmente os pecadores ansiosos depois dos cultos. Mas não lhes pediam para dar uma resposta pública ou física após os sermões evangelísticos. Então, de onde vem esta prática?

Inicialmente, o apelo era usado como um meio eficiente de reunir pessoas espiritualmente interessadas em se juntarem para aconselhamento após um sermão. Em vez de procurar os penitentes um a um, o pregador os chama à frente, ou a outra sala, para conversar e orar. Alguns pastores usaram este recurso no fim da primeira década do século 18, mas apenas durante os encontros campais do segundo grande despertamento da América foi que eles realmente ganharam espaço.

Os encontros campais eram comuns em Estados de fronteiras, como Kentucky e Tennessee, por volta do começo do século 19. Estas reuniões que duravam alguns dias eram um meio de os ministros (a maioria metodista, batista, presbiteriana e discípulos) introduzirem o evangelho aos colonos rurais. As primeiras reuniões campais foram feitas com pregações apaixonadas e respostas extremas. Centenas de ouvintes gritavam, gemiam, desmaiavam, contorciam-se e choravam desesperadamente. Os pregadores geralmente viam estas respostas como evidência da obra do Espírito Santo.

Por volta de 1805, estes movimentos corporais espontâneos eram menos comuns. Os ministros faziam um “apelo” como um meio visível de medir a resposta das pessoas às suas mensagens. Os “altares” eram áreas cercadas perto do lugar principal de pregação no campo onde os pregadores desafiavam os pecadores a buscar a salvação. O pregador metodista Peter Cartwright descreveu um encontro campal em 1806: “O altar estava cheio de gente transbordando em lamentos”. Outro pregador metodista contou detalhadamente o momento em que “o cercado estava tão cheio de gente que as pessoas não tinham a possibilidade de fazer qualquer movimento lateral, mas estavam literalmente cambaleando em massa”. Os metodistas experimentaram um crescimento exponencial durante os primeiros do século 19, em parte por causa de seus métodos evangelísticos, incluindo os encontros campais e os apelos públicos.

Muitas pessoas consideram Charles Grandison Finney (1792-1875) o “pai do apelo”. Ordenado ministro presbiteriano em 1823, Finney começou a fazer os convites públicos muito tempo depois de os metodistas já terem feito desse método parte regular de seus encontros campais. Finney, entretanto, fez mais que qualquer outro para estabelecer os apelos como uma prática aceitável e popular no evangelismo americano. Ele normalmente chamava os pecadores ansiosos até a frente da congregação para se sentarem no “banco dos ansiosos”. Ali, eles recebiam oração e geralmente ouviam um sermão individual. O apelo também foi uma das famosas “novas medidas” de Finney. Ele estava convencido de que os pastores poderiam produzir avivamento usando os métodos corretos e que, chamar pecadores arrependidos à frente “era necessário para tirar [os pecadores] do meio da massa de ímpios para levá-los a uma renúncia pública de seus caminhos pecaminosos”.

Enquanto muitos abraçaram as “novas medidas” de Finney, outros estavam desconfiados da teologia que sustentava a prática. Finney acreditava que a morte de Cristo tinha tornado a salvação possível para todos. A depravação humana era “uma atitude voluntária da mente”, e não algo que tinha nascido conosco. A conversão, portanto, dependia da vontade humana ser convencida a se arrepender e confiar em Cristo. De acordo com Finney, o apelo era uma ferramenta muito persuasiva para mudar a vontade humana. Ministros calvinistas, como Asahel Nettleton, rejeitaram a confiança que Finney tinha na capacidade humana e sua dependência no sistema de apelo. Eles acreditavam que o ser humano nasceu com uma natureza pecaminosa. Os pecadores eram incapazes de confiar em Cristo até que Deus mudasse seus corações. O historiador Iain Murray aponta que muitos oponentes ao apelo “alegavam que o chamado para uma ‘resposta’ pública confundia um ato externo com uma mudança espiritual interna”. Além disso, diz Murray, o apelo efetivamente “instituiu uma condição de salvação que nunca apontava para Cristo”. Os críticos argumentam que o evangelismo dessa forma resultou em uma falsa segurança, já que uma grande parcela daqueles que iam à frente para “receber a Cristo” logo apostatavam.

A despeito das críticas, o sistema de apelo continua com força. Tornou-se um artefato permanente no evangelismo americano. Só é preciso assistir a alguns poucos minutos de uma cruzada de Billy Graham na televisão para reconhecer que aquilo que um dia foi uma “nova medida” se tornou uma tendência dominante. A voz distinta de Graham chama em alto som: “Suba ali, desça aqui, eu quero que você venha. Se você estiver com parentes e amigos, eles vão esperar por você. Os ônibus vão esperar por você. Cristo percorreu todo o caminho da cruz porque Ele o amava. Certamente você pode dar alguns passos e dar sua vida a Ele”. Enquanto o local deixou de ser a remota Kentucky e se transferiu para os modernos estádios de futebol, e o meio de transporte evoluiu de carroças cobertas para ônibus fretados, o sistema de apelo resistiu. É caracterizado até hoje nas histórias de incontáveis cristãos que contam ter encontrado Cristo quando ficaram em pé, ergueram suas mãos, deram passos até a frente e chegaram ao altar, respondendo ao apelo.

Pastor pede fim da polarização de José Wellington e Samuel Câmara na liderança da Assembléia de Deus e cria “Terceira Via”


Para despolarizar a disputa entre os pastores José Wellington Bezerra da Costa e Samuel Câmara, que sempre concorrem à presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, o pastor Geremias Couto resolveu propor um projeto, a Terceira Via, que tem como objetivo lançar um terceiro nome para a eleição de 2013.

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Ele já tem conversado com muitos pastores e presidentes de convenções estaduais para que este projeto seja colocado em prática, criando uma nova alternativa para a liderança da CGADB.

Vários nomes são recomendados por membros e pastores da Assembleia de Deus, entre eles Antonio Gilberto, Elinaldo Renovato, Elienai Cabral, Joel Holder, Antonio Dionízio, Esequias Soares, Claudionor de Andrade, Nestor Henrique, Virgínio José de carvalho Neto, Anísio do Nascimento, Perci Fontoura.

Na proposta do pastor Geremias, a Terceira Via vai receber o nome dos indicados e em hora oportuna se reunirá para escolher o representante que irá disputar a eleição com os outros candidatos. Durante a campanha ela também fiscalizará os comportamentos eleitorais de cada candidato e, caso seja necessário, irá denunciar nos fóruns competentes todo e qualquer abuso que se verificar na busca de votos, trazendo, inclusive, ao conhecimento público.

Homem descontrolado invade Igreja Universal, quebra objetos e assusta fiéis


A Polícia Militar usou uma arma de choque conhecida como Teaser para imobilizar um rapaz que invadiu a Igreja Universal do Bairro Monte Castelo, região norte de Campo Grande – Mato Grosso do Sul, e quebrou diversos objetos na noite desta quarta-feira (20). Segundo testemunhas, ele tem problemas psicológicos e estava munido com um pedaço de madeira.

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A informação foi confirmada pela PM. Três viaturas, além de um carro do Corpo de Bombeiros, foram deslocadas até o local. Assustados, muitos curiosos se aglomeravam aos redores da igreja para acompanhar a ação.

Ainda segundo informações da polícia, o rapaz, que ainda não teve o nome divulgado, estaria ‘descontrolado’ e criou tumulto apenas na porta da igreja. A informação é diferente da que foi passada por testemunhas, que garantiram que o jovem invadiu a igreja e quebrou diversos objetos.

O rapaz deverá ser levado para o Centro de Atendimento Psiquiátrico do Hospital Regional.

Famoso ator critica pastores na TV e diz que seria melhor ter programas humorísticos no lugar


No último dia 16 de julho, Ratinho entrevistou no seu Programada do SBT os humoristas Moacyr Franco e Carlos Alberto de Nóbrega.

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Moacyr Franco em sua primeira participação nos cinemas, já recebeu o prêmio de melhor coadjuvante no filme “O Palhaço”, dirigido por Selton Mello.

Durante a entrevistas os humoristas falaram sobre a trajetória na carreira de Moacyr Franco e sobre o prêmio recebido no Festival de Pulínea (cinema).

Em meio a muitas brincadeiras, lembranças e risadas, Moacyr chamou a atenção para segundo ele, a falta de programa humorístico na televisão, afirmando a maios existência de“propagandas e pastores”.

“Está [faltando humor] sim porque a televisão tem muita propaganda, muito pastor”.

Moacyr Franco, citou a TV Record que na sua opinião faz mal uso de seu espaço. “Um pedacinho para vender carro, um pedacinho para falar de religião…” brinca o ator humorista a respeito dos cortes na programação.

O Programa Show da Fé de RR Soares a mais de 8 anos esta presente no horário nobre de televisão da Rede Bandeirantes. Em 2003, a Revista Veja apresentou o pastor RR Soares como a pessoa que tem mais tempo na TV brasileira, com quase sessenta horas por mês.

Moacyr Franco ao terminar da entrevista se desculpou e “justificou-se” por falar dos pastores.

“Primeiro eu quero pedir desculpa, quando eu disse o negocio dos pastores, você sabe que tipos e pastores eu to falando”.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Carol Celico, esposa de Kaká e ex-pastora, ataca Igreja Renascer: “Acreditei em coisas que não estavam na Bíblia”


Caroline Celico (foto), 23, mulher do jogador Kaká, 29, questionou a validade do dízimo ao afirmar que fazia uma leitura errada da Bíblia, literal. Ela deu um exemplo: “Numa passagem da Bíblia está escrito que para se curar da lepra era preciso dar sete mergulhos no rio Jordão. Então [eu pensava]: se Deus precisava que eu desse sete mergulhos, hoje Ele precisa que eu dê uma oferta, que eu entregue meu dízimo. E até meu dízimo não estar entregue, não vou receber meu milagre. Hoje vejo que Deus conhece o meu coração. Se eu entreguei ou não alguma coisa para Deus, Ele sabe o meu sentimento”.

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Carol (como gosta de ser chamada) e Kaká se desligaram da Igreja Renascer ao final de 2010. Ela disse em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, na Folha desta sexta-feira (15), que não pretende seguir nenhuma religião. “Por enquanto não sinto falta dos rituais”, afirmou. “Mas não posso dizer nunca mais.”

Ela não quis falar sobre as causas de sua saída e a de Kaká da Renascer. “Foram por muitos motivos, mas não vou citá-los. Isso é uma coisa minha.”

No ano passado, quando Carol escreveu no Twitter “como é bom não pertencer a nenhuma denominação”, especulou-se que o casal estava descontente com Estevam Hernandes, fundador da igreja, por causa da má administração e denúncias desvio do dízimo.

Kaká, além de ser usado como garoto-propaganda da Renascer, era o maior dizimista da denominação. Estima-se que só em 2009 ele tenha colocado R$ 2,4 milhões nas mãos de Hernandes.

Na entrevista, Carol deixou claro que rompeu com a teologia da prosperidade pregada pela Renascer, entre outras igrejas evangélicas. “Acreditei em coisas que não estavam na Bíblia.” Disse também que nas músicas do CD que começa a ser vendido nos próximos dias ela procura passar a mensagem de que Deus não age “aumentando uma conta de banco ou abrindo uma porta de emprego”. Acrescentou que, para ela, “Deus não é isso”.

Teólogo cristão fala sobre o conteúdo oculto e perigos dos filmes de Harry Potter


Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II, o último filme da série Harry Potter, chegou aos cinemas nesta sexta-feira (15). Após 10 anos, a trama continua a atrair milhões de admiradores adolescentes. Somente a sessão de pré-estreia nos Estados Unidos, na quinta-feira (14), à noite, arrecadou U$ 43,5 milhões. Junto com o sucesso, a saga continua a oferecer ao público alguns perigos, com conteúdo sobre ocultismo, bruxaria e falsa religião, alerta o estudioso Dr. Ted Baehr, presidente da Comissão Cristã de Filme e Televisão nos EUA.

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“O capítulo final para as histórias de Harry Potter, como os livros, contém alguns elementos alegóricos evidentes aos cristãos. Mas, a versão do filme altera ligeiramente o confronto final entre o herói e o vilão para torná-lo ainda mais em um espetacular confronto entre dois mágicos feiticeiros”, Baehr disse.

Baehr, teólogo e estudioso da Bíblia, destacou que Deus condena veementemente a bruxaria e a feitiçaria em Deuteronômio 18:10-13. Além do mais, acrescenta Baehr, “o povo de Deus não fala ou consulta os mortos, e é exatamente o que acontece no final do filme Harry Potter”.

Um outro problema do filme, Baehr frisa, é uma linha de diálogo sugerindo que as pessoas merecedoras serão recompensadas. “Isso vai contra os ensinamentos cristãos. A Bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.23), e que Jesus Cristo morreu por nossos pecados, sendo nós ainda pecadores (Rm 5.8)”, Baehr diz.

“Essa linha de diálogo pode parecer para algumas pessoas como uma coisa menor ou um distante ponto de discussão teológica, mas 50 anos de pesquisa mostram que as pessoas, especialmente crianças e adolescentes impressionáveis, são influenciados pelo que vêem nos filmes e na televisão”, afirma o teólogo.

Baehr disse ainda que todo cristão, especialmente pais, professores, religiosos e líderes nos meios de comunicação de massa, tem o dever de guardar os corações e mentes das crianças e adolescentes de falsas ideias e do mal que pode levar à destruição do comportamento. Questões teológicas são tão importantes quanto as morais e as filosóficas.

Presidente da Comissão Cristã de Filme e Televisão, Baehr aconselhou os pais, avós, professores e líderes religiosos a alertar crianças e adolescentes sobre os perigos de ver filmes e programas de televisão como Harry Potter. Tutores devem ensinar as crianças a escolher o bem e a rejeitar o mal. Em vez de filmes como Harry Potter, Baehr recomenda filmes como Crônicas de Nárnia, que pelo menos possuiu alguma mensagem bíblica.

Outra três pessoas que iriam a gravação do CD/DVD Diante do Trono 14 morrem em novo acidente


Cinco pessoas do município de Água Branca, estado do Piauí sofreram um acidente automobilístico próximo à Fortaleza, capital do Ceará, quando o carro em que eles estavam viajando foi atingido por uma carreta.

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Três pessoas faleceram no acidente, sendo dois irmãos. A esposa de um casal que estava no automóvel também veio a óbito. O acidente aconteceu por volta das 16 horas desta sexta-feira (15)

Um dos sobreviventes está em estado grave e outro sofreu algumas escoriações e passa bem.”Minha tia me ligou e me disse assustada que 3 pessoas da igreja dela faleceram, das quais, duas eram irmãs, eles eram de Água Branca Piauí, e estavam num doblô com 5 pessoas para Natal para a gravação. Eles sairam hoje pela manhã de Água Branca e por volta das 4 horas da tarde, já próximo a Fortaleza, uma carreta atingiu o carro e arremessou para fora da pista…

Os corpos devem chegar pela cidade amanhã por volta das 8 horas, um dos sobreviventes está muito mal e o outro teve escoriações mais passa bem.

Na manhã de quarta-feira passada (13) um acidente de avião também vitimou duas pessoas que iriam para a gravação.

Jesus “aparece” em recibo de supermercado para casal evangélico



Jacob Simmons e sua noiva, Gentry Lee Sutherland, fizeram compras no Walmart no dia 12 de junho. Alguns dias depois, o casal tinha acabado de voltar de um culto da igreja que frequentam quando Simmons viu o recibo no chão do apartamento de Sutherland e percebeu que algo havia mudado.

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“Eu estava saindo da cozinha e olhando para o chão. Foi como se ele estivesse olhando para mim”, explica Simmons. Uma mancha cinza escuro no recibo parece mostrar dois olhos, um nariz e uma boca em uma face barbuda.

“Quanto mais você olha para ele, mais se parece com Jesus”, disse Simmons.

O casal disse que a figura parece responder a uma pergunta que haviam ouvido na igreja. “Tínhamos acabado de ouvir um sermão sobre conhecer a Deus e permanecer nele”, lembrou Sutherland. (O pastor perguntou) “Se você conhece a Deus, pode dizer que iria reconhecê-lo se o visse?”

Simmons ligou para a loja e perguntou o que poderia ter provocado tal marca. “Eles disseram que a única forma de fazê-la ficar preta era colocá-la perto do fogo”, disse Simmons.

O casal assegura que não fez nada para provocar o aparecimento do rosto no recibo. “Nós sentimos que é uma bênção de Deus, um sinal que abriu nossos olhos. E cremos que devemos compartilhar essa bênção com todo o mundo”, enfatiza Sutherland.



Pastor apoia reality show com ex-prostitutas que querem encontrar um marido


O reality show de uma canal de TV na Zâmbia, recrutou mulheres de várias regiões de prostituição no país do centro-sul da África. Segundo a porta-voz da TV, Coreena Paulia, o programa “Ready for Marriage” (Pronta para casar), tem como objetivo dar uma segunda chance a essas mulheres. “Nós queremos fazer diferença na vida delas. São seres humanos, antes de mais nada”, disse Coreena.

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O reverendo Jeff Musonda, que está apoiando o programa televisivo diz que “se elas se trasformaram e interromperam seus atos”, não há nenhum problema. No entanto, o reverendo crítica a mera exploração de audiência, como relatou ao programa Network Africa, da BBC.

O reality show reuniu 18 ex-prostitutas desejosas à encontrar um marido. Além de um companheiro, a vencedora do programa leva o prêmio de US$ 9 mil (equivalente a R$ 14,2 mil) em dinheiro e terá a festa de casamento totalmente paga, mas aquela que não for a campeã ainda poderá se contentar com o prêmio de consolação, que irá variar entre US$ 1 mil e US$ 2 mil (R$ 1,5 mil e R$ 3,1 mil, respectivamente).

Igrejas Católicas e Evangélicas se unem para criar “regras de etiqueta” para evangelização


Resultado de um trabalho conjunto de cinco anos da Aliança Evangélica Mundial (WEA), do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (PCID) da Igreja Católica e do Conselho Mundial de Igrejas (WCC, siglas em inglês), será lançado na terça-feira, 28 de junho, em Genebra, Suíça, o documento intitulado “Testemunho cristão em um mundo multi-religioso: Recomendações para a conduta”. O principal foco do texto é a ética da missão cristã e a evangelização, assim como “a necessidade de cada cristão, cada igreja e cada organização cristã de viver e pregar o evangelho de acordo com a vida e os ensinamentos de Jesus”.

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O acontecimento é considerado “histórico” pelos integrantes por seu conteúdo e porque esta “é a primeira vêz desde o século 16 que os 3 principais órgãos que representam quase todas os cristãos do mundo aprovam conjuntamente um documento para recomendá-lo aos respectivos dirigentes de suas igrejas e denominações.

O anúncio público será na sede do Conselho Mundial de Igrejas, com entrevista coletiva da qual participarão Dr. Geoff Tunnicliffe, diretor da WEA, o Cardeal Tauran, presidente do PCID, Dr. Olav Tveit, secretário-geral do CMI, e membros seniores da Comissão de Liberdade Religiosa e Teologia da WEA.

A íntegra do documento será disponibilizado para download no site das entidades, logo após a entrevista coletiva.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

DIA 30/07/2011 LIBERTA CAMPINA, NO CAIC A ENTRADA É UM 1Kg DE ALIMENTO LANÇAMENTO DA ONG - FORÇA JOVEM COM CRISTO.


DIA 30/07/2011 LIBERTA CAMPINA, NO CAIC A ENTRADA É UM 1Kg DE ALIMENTO LANÇAMENTO DA ONG - FORÇA JOVEM COM CRISTO.

CONFIMADO! COM AS AS BANDAS:

*Banda Renascer

* Arca da Alliança

* Ministério Nova Geração

* Ministério Rocha Eterna

* Banda Manah

* Ministério de Louvor JOPAC E MUITO MAIS!

Faça sua doaçao seja um doador da obra do senhor qualquer valor.
Banco do Brasil Agencia:3331-6
Conta poupança: 55.654-8
FRANCINALDO NUNES DA SILVA .



Pastor e casal que viajava para gravação do novo CD/DVD do Diante do Trono estão entre os mortos de acidente de avião


Um casal que viajava para o show de gravação do 14º álbum do Diante do Trono, “Sol da Justiça”, e o pastor Ivanildo Santos Filho estão entre as vítimas do acidente aéreo, ocorrido na última quarta-feira (13) em Recife. A aeronave da empresa Noar, que saiu de Pernambuco em direção ao Rio Grande do Norte, caiu quatro minutos após a decolagem, causando a morte de 16 pessoas.

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Segundo informações de uma conhecida da família, Myrian Guanaes — divulgadas pelo blog Amigos DT –, o casal viajaria apenas na sexta-feira (15), mas resolveu antecipar a viagem por causa do preço da passagem do bimotor. Confira o relato na íntegra:

“Eles viriam para Natal justamente por causa da gravação! Era um casal, acabei de saber… era primo de um amigo meu da igreja… e ele me informou que era o casal que estava vindo pra Natal e aproveitaram o “jatinho” que sairia com destino a Mossoró mas que antes passaria por aqui em Natal. E o proprio não sabia que eles viriam hoje, pois estava tdo acertado pra virem até sexta! Mas como falei, conseguiram um lugar nesse “jatinho” e com preço ainda melhor e vieram. A família esta inconsolada.. Pois ficaram sabendo a pouco que realmente seria quem eles estavam suspeitando! Nossa!! Que triste! Que o Nosso Senhor conforte o coração deles….”

Pastor morre em viagem de trabalho

O pastor Ivanildo Santos Filho, gerente financeiro do grupo “Ser Educacional” viajava para realizar uma inspeção de rotina em uma unidade de Natal (RN). Após a confirmação da morte do pastor, dirigente de uma igreja da Assembleia de Deus em Olinda, o grupo educacional divulgou nota de pesar e afirmou estar prestando assistência à família.

O acidente

Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o piloto relatou pane logo após a decolagem. De acordo com dados do centro de controle do aeroporto, o piloto informou 55 segundos após a decolagem que o avião apresentava problemas.

No relato à torre, ele disse que tentaria pousar ainda na cabeceira 36 da pista do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, de onde partiu as 6h51. A intenção era fazer o pouso de emergência no sentido contrário ao da decolagem.

Dois minutos depois, às 6h53min57s, ele retomou o contato com os controladores de voo, dizendo, desta vez, que não chegaria à pista e que tentaria pousar na praia de Boa Viagem. O centro de controle do espaço aéreo de Recife perdeu totalmente o contato com o avião e ele sumiu da tela do radar às 6h54min18s, quatro minutos após a decolagem.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que a aeronave acidentada “estava com a manutenção em dia” e que não irá determinar a suspensão dos voos da empresa.